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Linfócitos atípicos/Reativos - como diferenciar de linfócitos normais

Автор: Natricio Almeida

Загружено: 2016-03-27

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Os linfócitos atípicos ou reativos como os chamamos surgem em resposta à infecções virais (viroses) ou a outros estímulos imunológicos, que provocam uma reação que leva a ativação do linfócito.
Em crianças e idosos é comum (na maioria dos casos) um número um pouco maior de linfócitos na circulação e muitas vezes apresentando rara(s) atipia(s), que pode apresentar no hemograma a observação de raras/algumas “atipias linfocitárias” ou “linfócitos atípicos”.
isso acontece porque idosos apresentam um sistema imune mais fraco, e as crianças por sua vez estão em fase de criar uma memória imunológica necessitando ativar com maior frequência os linfócitos.

Recado para pacientes:
A internet é uma ótima fonte de informação se souber onde procurar, você já deve saber porém não custa reforçar, não brinque com sua saúde, apenas um profissional médico pode dizer se a observação tem relevância ou não para seu quadro clinico, pois ele tem experiência e conhecimento suficiente de doenças raras e endemias simples ou complexas da sua região.

O nosso corpo possui um eficaz sistema de defesa interno chamado de sistema imune. Esse sistema é responsável por combater todos os organismos estranhos que porventura entrem em nosso organismo. O sistema imunológico/imunitário é composto por vários tipos de leucócitos, sendo os linfócitos um dos principais.
Os linfócitos são um tipo de glóbulo branco do sangue que são ativados por estímulos de antígenos (ficam atípicos), para produzir anticorpos e combater organismos estranhos ou promover outras ações que visam defender o corpo das infecções. São células que podem viver durante anos ou até mesmo décadas.

Existem três tipos de linfócitos: os linfócitos B, ou células B; os linfócitos T, ou células T; e as células “natural killer”, células NK. Cada um desses tipos exerce uma função específica no combate a infecções e também no combate ao câncer.

Os linfócitos B se originam de uma célula-mãe na medula óssea e amadurecem até se tornarem células especialistas na produção de anticorpos. Quando essas células são ativadas por antígenos (corpos estranhos), elas se proliferam e se diferenciam em plasmócitos, que são células produtoras de anticorpos. Por vezes, algumas células não se diferenciam em plasmócitos, originando a célula B da memória imunitária. Essas células reagem quando o corpo se expõe novamente ao mesmo antígeno. É o que acontece quando pegamos uma doença: podemos ter contato novamente com o antígeno que ela não se manifestará mais, como acontece com a catapora e o sarampo.

Os linfócitos T ajudam a defender o organismo de vírus, fungos e algumas bactérias. Formam-se quando as células-mães migram da medula óssea para o timo e são responsáveis pela produção de anticorpos sanguíneos e imunidade celular. É no timo que os linfócitos T aprendem a diferenciar células do organismo de corpos estranhos, mas nem sempre essa educação é eficiente, pois às vezes uma desordem no reconhecimento do próprio organismo leva ao ataque e à destruição de determinadas células ou substâncias do próprio organismo, desencadeando as doenças autoimunes, como o diabetes tipo 1 e a esclerose múltipla. O linfócito T matador, também conhecido como CD8, é especialista em reconhecer e destruir células do organismo que estejam alteradas, impedindo-as de se multiplicar. Ocorre com as células que estão infectadas por vírus. Esses linfócitos também atacam células que sejam estranhas ao organismo da pessoa, sendo um dos principais vilões no transplante de órgãos.
Há outro tipo de linfócito chamado de linfócito T auxiliador, ou CD4. Essas células comandam o sistema imunológico, recebendo informações dos macrófagos sobre a presença de antígenos. Ao receberem essa informação, os linfócitos T auxiliadores estimulam os linfócitos B e os linfócitos T matadores a combaterem os antígenos. Se, por algum motivo, os linfócitos T auxiliadores deixarem de atuar, os linfócitos B e linfócitos T matadores deixarão de ser estimulados, ficando o corpo à mercê de corpos estranhos. Uma doença que ataca e destrói os linfócitos T auxiliadores, fazendo com que eles deixem de atuar, é a AIDS. Nessa doença, o vírus ataca e destrói os linfócitos T auxiliadores, fazendo com que não ocorra a ativação dos outros linfócitos. Dessa forma, a pessoa portadora da AIDS adquire infecções que não afetam pessoas saudáveis.

Os linfócitos NK têm como seu principal alvo as células tumorais e alguns tipos de micróbios. São células maiores do que os linfócitos B e T que iniciam o combate assim que formadas na medula óssea, não necessitando de maturação, como os linfócitos B e T. Essas células destroem as células infectadas, induzindo-as à apoptose (morte celular programada) antes que o vírus tenha chance de se replicar.

Linfócitos atípicos/Reativos - como diferenciar de linfócitos normais

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