🚨LULA LANÇA NOVO CRÉDITO IMOBILIÁRIO QUE VAI LEVAR ECONOMIA AO COLAPSO, GALÍPOLO MANDA RECADO
Автор: Josué Aragão
Загружено: 2025-10-14
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🏡 Governo Lula lança novo modelo de crédito imobiliário com forte expansão de liquidez
O governo anunciou um pacote de medidas que promete injetar mais de R$ 100 bilhões na economia nos próximos meses, com o objetivo declarado de “facilitar o acesso à casa própria” e impulsionar o setor da construção civil.
Na prática, as mudanças mexem diretamente com a estrutura de funding (financiamento) do crédito imobiliário no país, baseada principalmente na poupança e no FGTS.
A seguir, os principais pontos do pacote:
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📌 1. Redução dos depósitos compulsórios da poupança
Atualmente, 20% dos depósitos em poupança precisam ser mantidos como compulsório no Banco Central do Brasil, servindo como instrumento de controle de liquidez.
Com a nova regra:
• O compulsório cairá de 20% para 15% imediatamente;
• Depois será reduzido gradualmente até chegar a 0% nos próximos anos.
👉 Isso libera dezenas de bilhões de reais que estavam “travados” no BC, injetando liquidez direta no mercado de crédito imobiliário.
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📌 2. Ampliação do teto do SFH
O Sistema Financeiro da Habitação — que define as regras e limites dos financiamentos imobiliários com juros mais baixos — terá seu teto ampliado de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões.
👉 Essa mudança amplia o público-alvo do programa, atingindo a classe média, que passa a ter acesso a linhas mais baratas e subsidiadas.
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📌 3. Teto de juros de 12% ao ano
Mesmo com a taxa Selic em patamar elevado, o governo determinou que os financiamentos dentro do SFH terão juros limitados a 12% ao ano.
👉 Isso significa que o custo real do dinheiro é maior do que o que será cobrado dos mutuários — e a diferença será coberta de forma indireta com subsídios públicos e endividamento.
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📌 4. Aumento da proporção de financiamento pela Caixa
A Caixa Econômica Federal voltará a financiar até 80% do valor do imóvel, retomando a regra anterior à redução feita no fim de 2024 (quando o limite havia caído para 70%).
👉 Na prática, o comprador precisará dar uma entrada menor, o que tende a aumentar a demanda por imóveis financiados.
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📌 5. Criação de novas linhas de crédito para reforma
Famílias com renda de até R$ 9.600 mensais poderão acessar uma linha de crédito para reformas residenciais, com valores entre R$ 5 mil e R$ 30 mil, também com juros subsidiados.
👉 A previsão do governo é liberar cerca de R$ 30 bilhões até 2026 para esse programa, com um subsídio estimado em R$ 3,3 bilhões.
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📌 6. Uso intensivo de poupança e FGTS como base de funding
O modelo depende fortemente de duas fontes:
• 📉 Poupança, que vem sendo drenada — já acumula R$ 78 bilhões em saques líquidos só em 2025;
• 🏦 Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), usado como fonte de crédito de baixo custo, administrado pela Caixa.
👉 Ou seja, o governo está expandindo crédito enquanto a base de recursos está encolhendo, o que pressiona ainda mais as contas públicas e a estabilidade monetária.
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📌 7. Contexto macroeconômico: tensão com o Banco Central
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, já alertou publicamente que:
• As expectativas de inflação estão desancoradas até 2028;
• Os juros terão que permanecer altos por mais tempo para conter a pressão de liquidez.
👉 Na prática, o governo está injetando combustível enquanto o BC pisa no freio, aumentando a tensão entre política monetária e política fiscal.
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