Drenagem para Faro, Portugal, Lugar ao Sul
Автор: Mário Palhavã
Загружено: 2026-01-12
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Em 1999, há 27 anos, quando comprámos esta loja na rua de S. Luís, 37 em Faro, escolhemos este sítio por ser o ponto mais elevado da rua e ter escoamento das águas pluviais para os 2 lados. Aqui nunca há perigo de inundação, ao contrário do que sempre sucede no Largo de S. Luís, na cota 14m, inferior cerca de 3m, para onde desaguam 6 ruas.
Este plano permite que esta água passe a ser um recurso, ao invés do atual prejuízo que ela provoca, e foi inspirado no plano de drenagem de Algés implementado pelo autarca de Lisboa, Carlos Moedas, com a construção de grandes reservatórios de receção.
O técnico Hélder Azevedo, com larga experiência na área de engenharia civil, referiu que a cota de soleira da antiga Ermida de S.Luis é de 17,2m, provando a sabedoria dos nossos antepassados que, sabendo disto, a preservaram de futuras inundações.
Propomos que se aproveite o próprio largo de São Luís, para nele ser construída uma cisterna subterrânea, podendo a mesma receber até 50.000m3 de água bastando para tal aprofundá-lo 5m que multiplicados pela sua área de quase 10.000m2 proporcionaria ao Farense, à Câmara de Faro, aos bombeiros, água pluvial de qualidade para rega, lavagens e autotanques, p.e.. Esta cisterna também pode ser replicada por baixo do campo de futebol, com volume idêntico. Durante as obras o Farense poderia jogar e treinar no Estádio do Algarve e uma vez concluídas, tudo voltaria ao normal, com a diferença que o largo de São Luís deixaria de sofrer inundações. A água em cisterna ao abrigo da luz não desenvolve algas, seria conduzida em manilha com 1m de diâmetro, e filtrada antes da sua entrada na cisterna. Conforme a carta topográfica com curvas de nível a cota do largo de S. Luís é de 14m. Caso esta cisterna fosse insuficiente, iniciar-se-ia a segunda fase deste plano:
Segundo depósito cisterna gigante no parque de estacionamento da Estrada da Penha, antes da Praça dos Bombeiros de Faro, cota 15m. Aqui, atendendo à sua área, poderia ser construída uma cisterna com 300.000m3 de águas pluviais úteis para rega, lavagens de ruas e autotanques. A conduta de 1m de diâmetro, neste caso teria 250m.
Outro local possível para receção destas águas pluviais com cota inferior, sempre a descer com desnível à superfície de 2m, quase 2%: no primeiro campo agrícola, cota 12m, logo a seguir ao Campus Universitário da Penha, ao lado do recente largo da Universidade 1979, que liga a Estrada da Penha com a Avenida 25 de Abril, área suficiente para receber até 1 milhão de m3, não necessitando sequer de bombagem para lá chegar, ao longo de 1200m, também com conduta de 1m de diâmetro e filtrada antes de entrar na baía de receção, que aprofundada teria um desnível muito superior.
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