Clara dos Anjos, de Lima Barreto: 250 páginas em dez minutos (análise)
Автор: Daiana Pasquim
Загружено: 2021-06-04
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As desventuras de uma adolescente pobre e mulata, seduzida por um malandro branco. Lima Barreto desenvolve em Clara dos Anjos uma personagem feminina que enfrenta as marcas de ordem patriarcal e racial, no Rio de Janeiro de 1920. O subúrbio, onde a obra se passa, era local de moradia do próprio autor, que ganhava a vida como funcionário público. Rico em conexões históricas e sociológicas, faz-se a trama da narrativa da qual emerge forte moral social, na constante de "embranquecimento social" que marcava a época. À mulher, servir era um ideal de vida: quando solteira, constituir em função do pai; e, quando casada, do marido.
Sou co-autora de "Marcas da Ordem Patriarcal na Literatura Brasileira" (EDUEL, 2019), na qual publico o artigo "Xeque-mate a Clara dos Anjos do tabuleiro desigual do início do século XX".
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