Equipe do James Web ''O 3I/ATLAS Parou de Seguir as Leis do Espaço A física não explica o que vimos
Автор: Ciência & Soneca
Загружено: 2025-10-29
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Em março de 2024, a equipe do Telescópio Espacial James Webb documentou algo que nenhum modelo astrofísico consegue explicar completamente: o cometa interestelar 3I/ATLAS violou princípios fundamentais do movimento orbital. Durante 11 horas consecutivas, instrumentos de alta precisão registraram o objeto mantendo velocidade angular zero em relação ao plano da eclíptica. Para contextualizar: isso é equivalente a uma bola de canhão parar no ar, suspensa entre a gravidade e o impulso inicial. Fisicamente impossível. Mas aconteceu.
O Dr. Michael Chen, astrofísico do Instituto de Tecnologia da Califórnia e líder da equipe de análise, declarou em entrevista coletiva: "Verificamos três vezes a calibração de todos os sensores. Consultamos dados do Observatório Europeu do Sul e da rede de radiotelescópios ALMA no Chile. Todos confirmaram: por quase meio dia terrestre, o 3I/ATLAS apresentou decaimento orbital zero. Isso não apenas desafia nossas equações - isso as quebra."
Cometas interestelares seguem trajetórias hiperbólicas. Eles entram no sistema solar em velocidades superiores a 40 quilômetros por segundo, curvam ao redor do Sol devido à gravidade, e saem acelerando novamente. Não existe 'ponto morto' nessa dança cósmica. Até agora.
A equipe do James Webb imediatamente iniciou análise de espectroscopia para detectar possíveis causas. A primeira teoria: desgaseificação assimétrica. Quando cometas aquecem, liberam gases congelados que podem funcionar como pequenos propulsores naturais. Em teoria, se jatos de vapor saíssem em direções perfeitamente opostas, poderiam anular o movimento.
O problema? A Dra. Sarah Okonkwo, especialista em dinâmica de cometas da Agência Espacial Europeia, calculou que seriam necessários jatos com pressão equivalente a 8.000 atmosferas terrestres, liberando material a 15% da velocidade do som. "Isso vaporizaria o cometa em minutos", explicou ela em artigo publicado na revista Nature Astronomy. "Não observamos qualquer pluma de gás nessa escala. O objeto permaneceu intacto e silencioso."
Outra linha de investigação explorou o arrasto magnético. O físico teórico Dr. Rajesh Patel, da Universidade de Cambridge, propôs que o 3I/ATLAS poderia ter atravessado uma região de intensidade magnética anômala no vento solar, uma "bolha" onde partículas carregadas criariam resistência suficiente para frear um objeto metálico.
Análises de composição por espectroscopia infravermelha do James Webb revelaram concentrações incomuns de óxido de ferro e níquel na superfície do cometa. "Se sua crosta contiver até 30% de materiais ferromagnéticos, e se cruzar uma tempestade solar no ângulo exato, poderia sofrer um efeito de 'âncora magnética'", detalhou Patel.
Mas há um problema crítico: não foram detectadas tempestades solares significativas naquele período. Os dados do Solar Dynamics Observatory da NASA mostraram atividade solar normal, sem ejeções de massa coronal direcionadas ao cometa.
Foi então que o espectrómetro de alta resolução do James Webb detectou algo extraordinário. Durante o período de imobilidade, o 3I/ATLAS emitiu pulsos regulares de radiação infravermelha a cada 47 segundos, com precisão de relógio atômico. Não era aleatório. Era padrão.
"Parecia que o objeto estava respirando", descreveu o Dr. Chen. "A temperatura da superfície oscilava entre -180°C e -173°C de forma cíclica. Em termos técnicos, observamos modulação térmica com periodicidade fixa, sem correlação com a radiação solar recebida."
A equipe do observatório de Arecibo, usando radiotelescópios, confirmou simultaneamente micro-variações no espectro de emissão de rádio. O cometa estava gerando seu próprio campo eletromagnético pulsante. Nenhum corpo celeste natural jamais apresentou esse comportamento.
Imagens de alta definição capturadas pelo instrumento NIRCam do James Webb revelaram detalhes da superfície com resolução de 12 metros por pixel. A Dra. Lisa Hoffman, geóloga planetária da Universidade do Arizona, ficou atônita: "A topografia não é caótica como esperaríamos de um cometa. Identificamos formações em espiral perfeitamente simétricas, como se a crosta tivesse sido esculpida por forças rotacionais extremamente organizadas."
Modelos computacionais desenvolvidos pela equipe de Hoffman sugeriram que o núcleo do 3I/ATLAS poderia conter camadas concêntricas de gelo de metano intercaladas com silicatos cristalizados, uma estrutura tipo "cebola cósmica". Quando exposto à radiação solar, esse arranjo único poderia gerar correntes de convecção internas perfeitamente equilibradas, criando um sistema de auto-regulação térmica.
"É como se o cometa tivesse um termostato natural", comparou Hoffman.
Entenda como esse objeto escapa da gravidade solar, o que o torna invisível aos nossos instrumentos e o que suas características revelam sobre outros sistemas estelares além do nosso.
👁️ E se o 3I/ATLAS não for apenas um cometa?
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