#MECFLU
Автор: Engenharia e Cia: Acadêmico
Загружено: 2016-06-25
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TEMA DA AULA: INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DE PERDA DE CARGA NA MECÂNICA DOS FLUIDOS
Nesta aula, iniciamos o estudo de um tema fundamental em mecânica dos fluidos: o cálculo de perda de carga. Trata-se de um conteúdo que, apesar de parecer complexo à primeira vista, torna-se bastante simples quando seus fundamentos são bem compreendidos. Esta é a primeira de uma série de quatro aulas dedicadas ao tema.
A perda de carga refere-se à perda de energia do fluido durante o escoamento em condutos devido ao atrito com as paredes e outros fatores. Para entendê-la, utilizamos a equação da energia, também conhecida como equação de Bernoulli expandida. Nela, a energia total do sistema é composta por três formas principais:
Energia cinética, relacionada à velocidade do fluido.
Energia potencial, relacionada à posição vertical em relação ao plano de referência (PHR).
Energia de pressão, que representa a força por unidade de área exercida sobre o fluido.
Quando há uma bomba no sistema, essa fornece energia ao fluido, elevando sua carga; no caso de uma turbina, há extração de energia. A perda de carga (hₚ) aparece como um termo de dissipação entre dois pontos de escoamento, refletindo as resistências que o fluido encontra no trajeto.
Conduto é qualquer estrutura sólida destinada a conduzir fluido. Pode ter diferentes formas: tubos de seção circular, canais abertos, dutos retangulares, etc. A classificação dos condutos pode ser:
Conduto forçado: totalmente preenchido pelo fluido, gerando pressão interna.
Conduto livre: parcialmente preenchido, como canais com superfície exposta ao ar.
A partir dessa classificação, introduzimos dois conceitos essenciais:
Raio hidráulico (Rₕ)
Definido como:
Rₕ = A / Pₘ
Onde:
– A = área da seção transversal do escoamento
– Pₘ = perímetro molhado (parte da superfície do conduto em contato com o fluido)
Diâmetro hidráulico (Dₕ)
Definido como:
Dₕ = 4·Rₕ = 4·(A / Pₘ)
Estes conceitos são indispensáveis para cálculos como o do número de Reynolds, fator de atrito, entre outros.
Vejamos alguns exemplos práticos:
Para um conduto circular forçado, temos:
A = π·D² / 4
Pₘ = π·D
Rₕ = D / 4
Dₕ = D → o diâmetro hidráulico é o próprio diâmetro da tubulação.
Para um conduto quadrado forçado com lado a:
A = a²
Pₘ = 4a
Rₕ = a / 4
Dₕ = a
Para um conduto retangular com lados a e b:
A = a·b
Pₘ = 2(a + b)
Rₕ = a·b / [2(a + b)]
Dₕ = 4·a·b / (a + b)
Para um conduto livre (como um canal) com largura a e altura b:
A = a·b
Pₘ = a + 2b
Rₕ = a·b / (a + 2b)
Dₕ = 4·a·b / (a + 2b)
Esses cálculos são importantes pois o atrito, que causa a perda de carga, só ocorre nas superfícies em contato com o fluido — daí a importância do perímetro molhado.
A compreensão desses conceitos é essencial para quem trabalha com dimensionamento de sistemas hidráulicos, como instalações de bombeamento. Com os valores da perda de carga, é possível definir corretamente a bomba ou turbina que será utilizada no sistema, além de calcular as pressões e vazões com precisão.
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