O que a Embrapa NÃO QUER que você saiba sobre o "milagre" do BRS Tupi para seus solos RUINS!
Автор: Agro Repórter
Загружено: 2026-01-14
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Prepare-se para descobrir a jogada de risco que pode estar escondida por trás do novo capim Tupi da Embrapa.
Eles prometem uma solução para solos pobres, áreas alagadas e regiões de baixa produtividade… mas será que é realmente tudo isso? Ou existe um plano oculto que pode impactar diretamente a sua produção e o seu bolso?
A Embrapa lançou o capim Tupi como a “salvação” para áreas úmidas e fracas, dizendo que a nova Brachiaria humidícola cresce mais rápido e produz mais na seca do que a humidícola comum. Tudo parece perfeito demais… e isso levanta muitas perguntas.
O que poucos sabem é que esse capim não é tão novo assim. Ele faz parte de uma coleção trazida da África há mais de 20 anos, com plantas coletadas em Burundi pelo CIAT da Colômbia.
Duas décadas nos bastidores — e só agora aparece como grande novidade. Por quê?
A Embrapa afirma que o objetivo é oferecer plantas mais bem adaptadas e incentivar a diversificação das pastagens. Mas, enquanto isso, mostram um quadro quase perfeito: vigor extremo, persistência, alta capacidade de suporte e ganho de peso animal superior.
Será que essa “perfeição” tem um custo oculto?
Por trás do discurso de inovação, a verdade pode ser outra. O BRS Tupi pode representar uma jogada arriscada — e os impactos reais só serão sentidos quando já for tarde.
Será que essa cultivar é realmente a melhor alternativa para o produtor rural? Ou estamos diante de mais uma dependência silenciosa?
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