SAIBA O QUE É A EFLORESCÊNCIA. COMO SURGE, COMO EVITAR E COMO TRATAR.
Автор: RV Engenharia Civil
Загружено: 2022-12-21
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EFLORESCÊNCIA
Um fenômeno importante é a cristalização dos sais dissolvidos na água. Os sais podem ser introduzidos na alvenaria pela própria água (se ela sobe do solo, por exemplo), estar nos materiais de construção (os sulfatos, por exemplo, muitas vezes estão presentes nos tijolos ou derivam de produtos à base de gesso), formar-se por reação com os poluentes atmosféricos ou ser criados pelas atividades metabólicas de microorganismos. Os sais mais difundidos nas paredes são os carbonatos, os sulfatos, os cloretos e os nitratos. Em alguns casos, sais podem ser introduzidos na alvenaria até por restaurações ou operações de limpeza incorretas.
Ao longo de seu percurso de elevação, a água transporta estes sais e os deposita sob a forma de eflorescências na superfície da qual evapora. Caso a evaporação da água seja veloz, isso pode ocorrer antes mesmo que ela atinja a superfície externa. O depósito de sais arrastado pela água líquida pode, assim, ocorrer no interior da parede, provocando a formação de cristais nas zonas de passagem da zona úmida à seca. Ocorre, assim, a formação de subflorescências na parede. A cristalização dos sais nos poros pode exercer pressões muito elevadas, que superam a resistência à tração dos tijolos e das argamassas.
A elevação capilar da água ocorre com velocidade decrescente à medida que aumenta a altura a partir do solo, enquanto a evaporação ocorre com velocidade uniforme através das superfícies externas. Próximo ao solo, onde a velocidade de elevação é elevada, a parede fica saturada de água e tende a manter um véu líquido também sobre sua superfície. Muitas vezes, próximo ao solo, observam-se paredes úmidas, mas não se veem formações salinas.
Na superfície, a solução tende, assim, a atingir mais facilmente a supersaturação em seguida à evaporação da água. Nesta zona, podem formar-se cristais no véu de água superficial e se produzem eflorescências. Ainda mais para cima, atingem-se condições em que a velocidade da evaporação na superfície supera a da elevação da água. Na superfície externa, especifica-se uma altura acima da qual não se observa mais umidade. Na realidade, a evaporação continua no interior da parede; o vapor da água deverá, assim, atravessar os poros secos antes de sair para a atmosfera. Nesta zona, a cristalização dos sais corresponde à frente úmida e forma subflorescências que podem danificar a parede ou o reboco.
Um fator importante para determinar os efeitos de um sal sobre uma parede é sua solubilidade. Os sais com baixa solubilidade, como os carbonatos, tendem a cristalizar na proximidade do solo, enquanto os sais de solubilidade maior cristalizam a alturas tanto mais elevadas quanto maior for sua solubilidade. Os cloretos e nitratos, por exemplo, que têm uma elevada solubilidade e podem formar concentrações líquidas mesmo em atmosferas com baixa umidade relativa, podem continuar em solução até em alturas elevadas, onde o aporte da água para elevação capilar é lento. Os sais mais responsáveis por eflorescências e subflorescências são os sulfatos, já que apresentam uma solubilidade intermediária.
Eflorescências são manchas esbranquiçadas que surgem na superfície da pintura, muito mais perceptíveis quando a tinta é colorida. A eflorescência surge em função do arraste de sais para a superfície pintada através da evaporação de água. Este fenômeno que pode ocorrer não apenas em superfícies de alvenaria, mas também em superfície de concreto e tijolos, entre as principais bases pintadas. É causada, dentre outros fatores, quando a tinta é aplicada sobre reboco úmido, ainda no seu processo de cura (antes de 28 dias) ou também devido à infiltração.
Além do substrato estar úmido ou quando não é aguardada a cura completa do reboco novo (aproximadamente 28 dias), a água pode estar na superfície, por ter sido executada a pintura anteriormente à sua completa evaporação, o que é comumente chamado de pintura sobre umidade retida.
As eflorescências devem ser removidas conforme a natureza e característica do sal. Pode ser necessária a lavagem com solução de ácido muriático, com diluição de 5 a 10%. Nesses casos a superfície deverá ser previamente saturada para minimizar a absorção do ácido muriático, por capilaridade. Após a lavagem com a dosagem indicada do produto, a operação deve ser repetida, apenas com a utilização de água limpa, para enxaguar e remover o ácido. Eventualmente, para neutralizar a superfície a ser pintada, pode ser utilizada a lavagem com solução de fosfato trissódico (30g por litro de água) e posterior enxágue com água lima, em abundância.
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