AULA DE FARMACOLOGIA - Como os antidepressivos agem na ansiedade?
Автор: Farmacologia Fácil
Загружено: 2023-12-07
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A fisiopatologia da ansiedade é complexa e envolve uma interação entre fatores genéticos, neuroquímicos, neuroanatômicos e ambientais. A ansiedade é uma resposta normal do organismo a situações de perigo percebido, desencadeando uma série de mudanças fisiológicas e comportamentais. No entanto, quando essa resposta se torna desproporcional, persistente e interfere nas atividades diárias, pode evoluir para transtornos de ansiedade.
Aqui estão alguns dos principais aspectos da fisiopatologia da ansiedade:
Neurotransmissores: Alterações nos níveis de neurotransmissores, como a serotonina, a noradrenalina, o ácido gama-aminobutírico (GABA) e a dopamina, desempenham um papel importante na ansiedade. Por exemplo, baixos níveis de GABA, um neurotransmissor inibitório, podem contribuir para a superexcitação neuronal associada à ansiedade.
Sistema Nervoso Autônomo (SNA): O sistema nervoso autônomo regula funções corporais involuntárias, como frequência cardíaca, respiração e sudorese. Durante uma resposta de ansiedade, o sistema nervoso simpático é ativado, levando a um aumento na liberação de noradrenalina e outros mediadores que preparam o corpo para a ação (a chamada resposta de "luta ou fuga").
Hipotálamo e Glândulas Suprarrenais: O hipotálamo, uma região do cérebro, desempenha um papel na regulação do estresse e da ansiedade, influenciando a liberação de hormônios como o cortisol pelas glândulas suprarrenais. O cortisol desempenha um papel na mobilização de energia para enfrentar situações de estresse.
Genética: Fatores genéticos também desempenham um papel na suscetibilidade aos transtornos de ansiedade. Pessoas com histórico familiar de ansiedade têm maior probabilidade de desenvolver esses transtornos.
Circuitos Neurais: Algumas áreas do cérebro, como a amígdala (envolvida no processamento emocional) e o córtex pré-frontal (associado ao controle cognitivo), desempenham papéis críticos na fisiopatologia da ansiedade. Alterações na comunicação entre essas áreas podem contribuir para o desenvolvimento e a manutenção dos transtornos de ansiedade.
É importante notar que esses fatores não atuam isoladamente, e a ansiedade geralmente resulta de uma combinação complexa de fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Além disso, as pesquisas sobre ansiedade estão em constante evolução, e novas descobertas podem fornecer insights adicionais sobre sua fisiopatologia. Se você estiver enfrentando problemas de ansiedade, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde mental para uma avaliação adequada e um plano de tratamento adequado.
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