BURACO NEGRO PEQUENO ou GRANDE: o que é PIOR pra TERRA?
Автор: Ponto em Comum
Загружено: 2025-08-23
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E se o asteroide que extinguiu os dinossauros fosse comprimido até virar um buraco negro minúsculo, com raio comparável ao de um próton, mas com a mesma massa colossal? Neste vídeo, exploramos de forma didática e visual o que aconteceria se um micro buraco negro supersônico atravessasse a Terra: em vez de uma extinção em massa, veríamos um “fio” de destruição microscópico, um túnel ultrafino (da ordem da espessura de um DNA) cortando rochas sem que você ao lado percebesse — tema que conecta geologia, tectônica de placas, vulcanismo, mineralogia e astrogeologia. A partir daí, mergulhamos na astrofísica e na cosmologia para discutir matéria escura (cerca de 85% do universo), candidatos como buracos negros primordiais, Via Láctea, halos galácticos e como cicatrizes sutis em rochas muito antigas poderiam ser indícios de micro impactos gravitacionais praticamente indetectáveis (probabilidade ínfima, algo como 1 em 1 milhão em 1 bilhão de anos). Depois, escalamos o experimento mental: um buraco negro com a massa da Terra teria raio de Schwarzschild ~9 mm; usando a Lei da Gravitação Universal de Newton (e dialogando com a Relatividade Geral de Einstein), mostramos como a força cresce com a proximidade (inverso do quadrado da distância), por que você ficaria mais leve, poderia até flutuar, e como forças de maré devastariam prédios, pontes, a crosta, rios e oceanos — conceitos como marés gravitacionais, gradiente de potencial, energia gravitacional e estabilidade estrutural entram em cena. Avançando, analisamos um buraco negro estelar de ~10 massas solares (raio ~30 km): mesmo sem colisão direta, a passagem perturbaria órbitas, cinturões de asteroides e a dinâmica do Sistema Solar, abrindo caminho para impactos tardios e caos orbital. Por fim, confrontamos o extremo: Phoenix A, um buraco negro supermassivo com centenas de bilhões de sóis, maior que a órbita de Netuno; cruzar seu horizonte de eventos não espaguetificaria de imediato, mas seria um ponto de não retorno rumo à singularidade — horizonte de eventos, disco de acreção, jatos relativísticos, tempo dilatado e destino termodinâmico do universo entram na conversa. Se você curte ciência, física, astronomia, exploração espacial e boas perguntas do tipo “e se?”, dá o like, comenta, compartilha e se inscreve: este episódio junta buraco negro, asteroide, dinossauros, extinção em massa, matéria escura, buracos negros primordiais, Via Láctea, gravidade, Newton, Einstein, Relatividade Geral, raio de Schwarzschild, forças de maré, espaguetificação, geologia, rochas antigas, tectônica de placas, vulcanismo, Sistema Solar, Netuno, Phoenix A, horizonte de eventos, singularidade e universo observável — tudo explicado de forma acessível, com rigor e imaginação científica.
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Apresentação e Roteiro: Davi Calazans
Edição: Rodrigo Fernandes
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Este canal faz parte do Science Vlogs Brasil.
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