Neuropatia Periférica / Neuropraxia Nervo Radial EVOLUÇÃO Clínica de Fisioterapia Dr. Robson Sitta
Автор: Dr. Robson Sitta
Загружено: 2018-03-14
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Evolução Clínica Neuropatia Periférica / Neuropraxia do Nervo Radial
Neuropraxia
A neuropraxia é considerada lesão de primeiro grau e é decorrente de um bloqueio da transmissão do impulso nervoso no local lesado, geralmente causado por um processo de compressão intrínseca ou extrínseca, de curta duração e que provoca uma anóxia local nos neurônios, por compressão dos vasos sanguíneos.
Esse tipo de bloqueio de condução é considerado fisiológico (alterações bioquímicas), pois a estrutura macroscópica do nervo está praticamente preservada, porém no local da lesão pode-se verificar um edema e posterior adelgaçamento da fibra nervosa, com desmielinização focal.
A condução nervosa está preservada tanto acima como abaixo do local da lesão, não ocorrendo degeneração walleriana, possibilitando que haja resposta muscular a um estímulo elétrico aplicado distalmente ao local da lesão. Esse bloqueio à condução do estímulo pode ser parcial ou completo, e por causa disso poderá ocorrer uma resposta diminuída ou até mesmo não ocorrer resposta motora à estimulação proximal à lesão.
Na neuropraxia a função motora é mais comprometida que a sensorial e as sensibilidades conduzidas por fibras mais grossas (propriocepção e tato) são mais atingidas do que as que são conduzidas por fibras finas (dor e temperatura), colaborando com o comprometimento local da bainha de mielina.
Quando o processo compressivo é retirado, o processo de remielinização acontece e a condução nervosa volta a aparecer em aproximadamente 6 semanas, com recuperação completa da função.
Alguns exemplos de neuropraxia são as paralisias parciais do nervo fibular que podem aparecer após uma longa permanência das pernas cruzadas, as paralisias do cordão posterior do plexo braquial ou do nervo radial resultante do apoio prolongado da cabeça sobre o encosto de uma cadeira e a paralisia do nervo interósseo dorsal por compressão ao dormir com a cabeça apoiada sobre o antebraço.
Axonotmese
A axonotmese é considerada uma lesão de segundo grau e é caracterizada pela degeneração walleriana distalmente ao local da lesão e, em pequena extensão, proximalmente à lesão, com adelgaçamento dos axônios em alguns centímetros do coto proximal.
Geralmente ela acontece por uma compressão mais intensa ou mais prolongada, das arteríolas e da drenagem venosa neural, causando um aumento da pressão intraneural suficiente para bloquear totalmente a passagem dos influxos de nutrientes através do axoplasma.
Essa compressão desencadeia o processo degenerativo do axônio, chamada de axonotmese, e da bainha de mielina, porém com preservação do tubo do endoneuro.
Nesse tipo de situação não se observa resposta muscular à estimulação do segmento do nervo proximal à lesão, mas a estimulação do segmento distal pode provocar resposta motora por alguns dias, e depois desaparece.
O quadro clínico da axonotmese é uma paralisia sensitiva e motora completa. Por causa da redução do calibre axonal a velocidade de condução está diminuída do segmento proximal à lesão.
A eletromiografia mostra potenciais de desnervação que são detectados 2 ou 3 semanas após a lesão, e os potenciais de inserção desparecem e não há potenciais de ação quando há tentativa de contração voluntária.
Se a compressão for removida ocorre a regeneração axonal e da bainha de mielina, com recuperação espontânea da lesão. O processo de regeneração é variável, podendo durar de semanas a meses, principalmente dependendo da distância a ser percorrida pelo axônio entre o local da lesão e o órgão efetor, além de outros fatores.
Como na axonotmese os tubos do endoneuro estão preservados, a regeneração de cada axônio ocorre dentro de seu respectivo tubo, o que garante a reinervação das estruturas dentro do padrão original, garantindo uma recuperação completa da lesão.
Neurotmese
A neurotmese compreende as lesões de terceiro a quinto graus, em que há algum comprometimento da estrutura da sustentação conjuntiva do nervo associada à lesão axonal.
Lesão de terceiro grau
A lesão de terceiro grau acontece dentro do fascículo nervoso, onde o tubo do endoneuro também é secionado.
Lesão de quarto grau
A lesão de quarto grau ocorre quando o fascículo é gravemente comprometido ou secionado, com ruptura do perineuro.
Lesão de quinto grau
Apresenta ruptura completa do tronco nervoso, incluindo o epineuro.
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