Os “O Eternauta”, arte degenerada e por que ditadores odeiam abstração
Автор: Ilha Kaijuu
Загружено: 2021-05-25
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Entre 1957 e 1959 foi publicado na Argentina “O Eternauta”, escrito por Héctor G. Oesterheld (1919–c.1977) e Francisco Solano López (1928–2011), que narra a história de um grupo de personagens isolados em uma casa em Buenos Aires, enquanto cai uma misteriosa neve florescente que mata instantaneamente ao toque. Tentando sobreviver, os protagonista precisam confeccionar uma roupa impermeável com máscara para poderem sair às ruas para encontrar suprimentos e retornar sem morrerem ao contado com a “neve” mortal nem trazê-la para dentro da casa. Entretanto acabam descobrindo que a “neve” não é um fenômeno natural, mas a primeira das armas usadas por um exército de invasão. Em 1969, uma segunda versão de “O Eternauta” foi publicada em uma revista de fofocas de celebridades que apoiava o regime autoritário militar argentino, desta vez também escrita por Oesterheld, mas com desenhos de Alberto Breccia (1919–1993). As duas versões de “O Eternauta” apresentaram um forte discursos antiditatorial e anti-imperialista durante os regimes de exceção argentinos, mas o que fez com que a segunda versão de “O Eternauta” fosse encerrada antecipadamente pelo editor não foi seu teor político nos roteiros, mas os desenhos de influência expressionista de Breccia. No vídeo é tratado de como as tradições naturalistas e abstracionistas na arte foram, ou não, recebidas por modelos políticos autoritários e como esta relação se deu no caso de “O Eternauta” e na percepção da arte da atualidade.
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