Inoportuna - Afinal Era Poeta (Tributo a Carlos Paião)
Автор: Inoportuna Tuna Académica - FLUL
Загружено: 2013-11-02
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Medley de homenagem a Carlos Paião presente no 1º CD da Inoportuna, "Luar Em Cantado".
(Carlos Paião)
Letra:
Às onze e meia, saiu para a rua
Com o seu fato domingueiro
Dormindo a aldeia, brilhando a Lua
Num céu de estrelas conselheiro
Coração quente, timidamente
À sua porta então chamou
E abriu-se a janela, e só para ela
Triste cantou:
Versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Que fizera em segredo
A sonhar quase a medo
Um viver tentador
A sua vida por uns versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Na mais terna amargura
O silêncio murmura
Uma história de amor
Eles são duas crianças
A viver esperanças
A saber sorrir
Ela tem cabelos loiros
Ele tem tesouros
Para repartir
Numa outra brincadeira
Passam mesmo à beira
Sempre sem falar
Uns olhares envergonhados
E são namorados
Sem ninguém pensar
Foram juntos noutro dia
Como por magia
No autocarro em pé
Ele lá lhe disse a medo
O meu nome é Pedro
E o teu qual é?
Ela corou um pouquinho
E respondeu baixinho
Sou a Cinderela
Quando a noite os envolveu
Ele adormeceu
E sonhou com ela
Então bate bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor
Crescer vai dar tempo para aprender
Vai dar jeito para viver
O teu primeiro amor
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira
Mal à beira Porto
Há vinho por tomar
Há-de haver Porto
Para o nosso mar
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira
Mal à beira Porto
Há vinho por tomar
Há-de haver Porto para o desconforto
Para o que anda torto neste navegar
Podes não saber cantar
Nem sequer assobiar
Com certeza que não vais desafinar
Em playback
Em playback
Em playback
Só precisas de acertar
Não tem nada que enganar
E assim mesmo sem cantar vais encantar
Em playback
Em playback
Em playback
Põe o microfone à frente
Muito disfarçadamente
Vai sorrindo que é para a gente lá presente
Não notar!
Em playback tu és alguém
Mesmo afónico cantas bem
Em playback
A fazer playback
E viv' ó playback
Hás-de sempre cantar
Em playback respirar para quê
Quem não sabe também não vê
Em playback
A fazer playback
E viv' ó playback
Dá para toda uma soirée
Anda pela vida a futrica
O estica larica
O mangas portuga
Fecha-se em copos e copas
Cafés e cachopas
Trabuca e madruga
Tal farro afiambrado
Pachola arremelgado
De garimpa levantada e garrafal
Amigo do amigo
Farelo e muito umbigo
Vestiu-se e foi a pé para o arraial
Viva o Sto. António
Viva o S. João
Viva o 10 de Junho
E a restauração
Viva até S. Bento
Se nos arranjar
Muitos feriados
Para festejar
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