Controle de Trapoeraba em pós emergência na soja
Автор: Agro inovação
Загружено: 2024-11-03
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A trapoeraba, conhecida cientificamente como *Commelina benghalensis*, é uma planta daninha que encontro com frequência nas lavouras, e ela sempre me dá trabalho. Essa planta tem uma característica de adaptação incrível, com capacidade de se propagar por sementes e por pedaços de caule que se espalham no solo. Isso significa que, quando deixada sem controle, a trapoeraba pode rapidamente ocupar grandes áreas, competindo diretamente com a soja por luz, água e nutrientes, o que reduz significativamente a produtividade da lavoura.
Uma das coisas que mais me chama atenção na trapoeraba são as folhas suculentas e o tom verde brilhante. Ela possui caules longos e rastejantes que formam uma cobertura densa no solo, e suas flores azuladas ou arroxeadas são fáceis de identificar. Além disso, a planta tem a capacidade de se esconder entre as fileiras de soja, dificultando o controle mecânico e aumentando a necessidade de estratégias químicas.
Para controlar a trapoeraba, eu geralmente combino métodos. Primeiro, faço um planejamento para aplicar herbicidas logo que vejo os primeiros sinais de infestação em pós-emergência. Prefiro usar herbicidas com ingredientes ativos específicos, como glifosato em sistemas de soja transgênica, sempre respeitando as doses recomendadas para não danificar a cultura. Também utilizo herbicidas pré-emergentes que ajudam a inibir a germinação das sementes da trapoeraba antes que a soja comece a crescer, mas o desafio é que eles não garantem controle total. Então, na pós-emergência, é essencial aplicar os produtos certos.
Outro ponto importante é a rotação de herbicidas. Eu faço isso para evitar o desenvolvimento de resistência. Como essa planta é persistente, é comum que algumas plantas sobrevivam a uma aplicação e, com o tempo, possam se tornar resistentes a determinado produto. Alternar entre diferentes mecanismos de ação ajuda a manter o controle.
Também faço um monitoramento constante da lavoura, principalmente depois das chuvas, porque a umidade favorece o crescimento rápido da trapoeraba. Esse acompanhamento permite que eu identifique possíveis falhas de controle e tome ações corretivas rapidamente.
No final das contas, controlar a trapoeraba exige atenção e um manejo integrado que combine a rotação de herbicidas, boas práticas de aplicação e um monitoramento atento da área. É uma planta daninha que me desafia, mas com um manejo adequado, consigo manter o controle e garantir que a soja se desenvolva sem tanta competição.
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