Vamos falar sobre Sexo
Автор: NATerapia - Por Nati Soardi
Загружено: 2025-02-17
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Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento elogiam a beleza do amor sexual dentro do contexto do casamento.
Cantares de Salomão, por exemplo, apesar de ser, frequentemente, interpretado de forma incorreta como nada mais que uma alegoria da paixão de Deus por Seu povo é, na verdade, uma linda história de
amor.
Ele descreve o ato sexual entre o marido e a
esposa em detalhes poéticos, mostrando como um corresponde ao outro. Ele expressa como a honestidade e o entendimento em assuntos sexuais levam a uma vida segura de amor.
Em outros escritos, Salomão disse: "Seja bendita a sua fonte! Alegre-se com a esposa da sua juventude. Gazela amorosa, corça graciosa; que os seios de sua
esposa sempre o fartem de prazer, e sempre o embriaguem os carinhos dela" (PV. 5:18-19).
Palavras como estas- "bendita", "alegra-te", "satisfaça", "embriague" - nos recordam de forma vívida que a intimidade sexual é um dos presentes do casamento mais incríveis de Deus, para ser desfrutado de
forma plena e habitual pelo casal.
Tudo é motivo para celebrar o que Deus nos tem dado com tanta bondade em dobro: a pureza de estar nu, mas sem constrangimento (Gn. 2:25), dentro do pacto de um compromisso pela vida.
Através do prazer da intimidade física, também se fortalece a intimidade conjugal, emocional e espiritual. O amor
fiel traduz-se em um deleite inexplicável, que nenhuma outra relação sexual fora do casamento pode proporcionar.
Sua intenção não é limitar nosso deleite, mas protegê-lo assim como a nós também.
Sem dúvida, somos fracos. Afeta-nos o passado. Engana-nos a cultura. Oprimem-nos nossos desejos impuros. Em segredo, alguns cristãos veem o sexo no matrimônio como algo sujo ou vergonhoso. Outros são assediados por pensamentos imorais e de
adultério do passado. Alguns têm caído na corrente destrutiva da pornografia que alimenta sua luxúria com alternativas humanas e pecaminosas em lugar
da experiência da união sexual pura, sem mancha e satisfatória conforme Deus programou.
Como resultado, muitos esposos e esposas têm se afastado um do outro emocionalmente e têm permitido que
a relação se torne rançosa. Ignoram o outro e negam algo precioso que lhes pertence por direito.
Deus estabeleceu o matrimônio com a mentalidade de "uma só carne" "A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre
o seu próprio corpo, mas sim a mulher" (1 Co. 7:4).
São "um" e pertencem um ao outro. Você é a única pessoa na Terra chamada e designada por Deus para satisfazer as necessidades sexuais de seu cônjuge.
Portanto, 'não vos priveis um ao outro", adverte a Bíblia, "exceto por mútuo consentimento e durante certo tempo, para se dedicarem à oração. Depois,
unam-se de novo, para que Satanás não os tente por não terem domínio próprio" (1 Co. 7:5).
Se o cônjuge pede a você intimidade sexual, o amor insta a abrir-lhe a porta e recebê-lo. O sexo (ou sua interrupção) não deve ser usado como arma, nem como fator de negociação. A essência do matrimônio é entregarem-se um ao outro para satisfazer as necessidades
mútuas. "Vocês foram comprados por alto preço", Deus declarou (1 Co. 6:20). Ele colocou o Seu amor em você e fez tudo para que você O desejasse. Agora é
a sua vez de pagar o preço do amor para ganhar o coração da sua esposa ou do seu marido.
A relação sexual é a oportunidade que o Senhor proporciona para praticar o que implica O desafio de amar. Porém,
na realidade, é mais que isso.
A maior celebração de todos os tempos ocorrerá quando os que conhecem e amam a Jesus Cristo entrarem no céu para estar com Ele para sempre. Será a consumação de nosso pacto de salvação, quando a esposa de Cristo, a Igreja, por fim, estiver
com seu Esposo (Ef. 5:21-32). Ainda que não seja descrito sobre atividade sexual no céu, Deus nos dá um pequeno adianto da alegria celestial através da consumação física habitual do pacto entre esposos.
O prazer temporal que sentimos durante o clímax sexual deveria levar-nos a adorar a Deus, com a esperança e a antecipação de uma alegria maior e mais pura que será nossa para sempre no céu.
Assim, cada vez que se consuma a relação sexual em santidade, lembre-se de que a união com seu cônjuge é uma celebração da intimidade matrimonial, o gran finale de amor entre ambos. E, o mais importante, é para a glória de Seu santo Deus. Adore-o com tal unidade pelo que Ele tem feito e pelo prazer infinito que virá de imediato.
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