O Que Fazer Quando o Alzheimer Chega a Minha Casa
Автор: Erlaine Rezende
Загружено: 2017-09-20
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O Que Fazer Quando o Alzheimer Chega à Minha Casa
A doença de Alzheimer é uma de síndrome demencial que causa degeneração progressiva dos neurônios do cérebro e comprometimento das suas funções cognitivas, como a memória, atenção, linguagem, orientação, coordenação motora, percepção, raciocínio e pensamento. Os principais sintomas são: perda de memória, confusão e desorientação, ansiedade, agitação, alucinação, desconfiança, agressividade, irritabilidade, dificuldades com as atividades cotidianas e de reconhecer familiares e amigos, perder-se em ambientes conhecidos, falta de apetite e com isso perda de peso, incontinência urinária e fecal, dificuldades com a fala e repetição de palavras, além da comunicação e insônia. Existem muitos estudos em andamento mas ainda não conseguiram identificar com certeza sua origem. O que se sabe até o momento é que o Alzheimer está relacionado à várias causas, como genética, hábitos, ou até por contaminações com mercúrio e alumínio.
Principais possíveis causas para a doença Alzheimer
1. Genética: alguns genes que ajudam no funcionamento do cérebro, como os genes da APP, apoE, PSEN1 e PSEN2, por exemplo, podem estar relacionados com lesões nos neurônios que levam à doença de Alzheimer, mas ainda não é uma certeza.
Além disso, menos da metade dos casos desta doença são de causa hereditária (passados de pais para filhos), que acontece em pessoas mais jovens, com 40 a 50 anos, sendo rápida a evolução da doença. As pessoas com Alzheimer hereditário, tem 50 % de chance de transmitir a doença para os filhos. O Alzheimer esporádico, que não tem relação com a família e acontece em pessoas acima dos 60 anos é o mais comum, mas ainda não se sabe a exata causa desse tipo.
2. Diminuição do neurotransmissor acetilcolina: a acetilcolina é liberado pelos neurônios, e é ela quem transmite os impulsos nervosos do cérebro e permite seu funcionamento. Na doença de Alzheimer, a acetilcolina está diminuída e os neurônios que a produzem se degeneram, mas ainda não se sabe a causa. O tratamento atual consiste no uso de remédios anticolinesterásicos, como Rivastigmina ,Donepezila e Galantamina, que aumentam a quantidade desta substância, o retarda a progressão da demência e melhora os sintomas.
3. Acúmulo de proteínas no cérebro: outra hipótese è que pessoas com a doença de Alzheimer têm um acúmulo de proteínas Tau e Beta-amiloide, que causam no cérebro (Hipocampo e córtex) inflamação, desorganização e destruição das células neuronais. Sabe-se que estas alterações são influenciadas pelos genes que foram citados, entretanto, ainda não se descobriu o que causa este acúmulo exatamente, e nem o que fazer para impedi-lo.
4. Riscos do ambiente: Apesar dos fatores genéticos que podem influenciar na doença de Alzheimer, sabe-se que os hábitos podem também causar inflamação no cérebro, como:
Excesso de radicais livres, que se adquire por ser sedentário, tabagista e ter uma alimentação inadequada (excesso de açúcares e gorduras).
Aterosclerose, que é o acúmulo de gordura nos vasos, reduzindo o fluxo de sangue para vascularizar o cérebro, causado por condições como pressão alta, diabetes, colesterol elevado e tabagismo.
Idosos se ocorrer alguma alteração celular o organismo já envelhecido tem maior dificuldade para o reparo.
Lesão cerebral, podem causar destruição dos neurônios, ocorre normalmente por traumatismo craniano e Acidente Vascular Encefálico (AVE)
Exposição a metais pesados, como o mercúrio e alumínio, por serem tóxicos e acumulativos causam lesões em vários órgãos do corpo.
Diagnóstico
Não tem como ter um diagnóstico preciso, são feitos testes de raciocínio como o Mini exame do estado mental e influência verbal, desenho do relógio, entre outro.
Exames como ressonância magnética do encéfalo podem detectar alterações cerebrais, já os exames clínicos e de sangue, podem descartar outras doenças, como hipotireoidismo, depressão, deficiência de vitamina B12, hepatites e outras.
As proteínas Beta-amilóide e Tau podem ser dosadas pelo exame de coleta do líquido céfalo-raquidianomas, porém o custo é muito alto.
Um exame de sangue para identificar o Alzheimer em fase inicial está sendo desenvolvido por uma equipe de cientistas dos Estados Unidos. Ele identifica um tipo especial de anticorpos do sangue, e por isso é capaz de distinguir o Alzheimer de outros causadores comuns de declínio mental, como problemas vasculares e depressão. Nos primeiros testes com amostras de sangue, os pesquisadores relataram 100% de precisão, sensibilidade e especificidade na detecção do Leve Comprometimento Cognitivo de Alzheimer, ou seja, a doença em seu estágio inicial. Este exame ainda está em fase de testes e não foi liberado ao público em geral.
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