A oferta da viúva pobre, Marcos 12: 41 a 44 | Daniel Nogueira
Автор: Igreja Batista Fonte Morungaba
Загружено: 2021-08-15
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A contribuição financeira é uma prática de devoção espiritual tão importante quanto a oração ou qualquer outra devoção. O relato da oferta de uma viúva pobre que foi elogiada por Jesus (Marcos 12: 41 a 44) nos ensina pelo menos três lições fundamentais sobre a contribuição financeira que agrada a Deus.
O texto bíblico diz:
41 Jesus sentou-se em frente do lugar onde eram colocadas as contribuições, e observava a multidão colocando o dinheiro nas caixas de ofertas. Muitos ricos lançavam ali grandes quantias.
42 Então, uma viúva pobre chegou-se e colocou duas pequeninas moedas de cobre, de muito pouco valor.
43 Chamando a si os seus discípulos, Jesus declarou: “Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou na caixa de ofertas mais do que todos os outros.
44 Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”.
Primeira lição: A contribuição que agrada a Deus é feita sob olhar atento do Senhor. É um assunto importante para o Senhor e “ele está de olho” nisso.
Note que o Senhor observa a motivação interior não apenas a doação exterior. Ele percebeu que as “grandes quantias” eram sobras, e que as duas moedinhas de menor valor eram mais do que muito, eram tudo!
O olhar penetrante do Senhor alcança não apenas o quanto damos, mas como damos! Façamos nossas contribuições lembrando que os olhos penetrantes de Cristo estão postos sobre nós.
Ele sabe exatamente o quanto cada um dá e o quanto cada um retém!
Os olhos do Senhor estão postos sobre todos e tudo o que fazemos: "Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas: , Hebreus 4: 13.
A segunda lição é essa: A contribuição que agrada a Deus é motivada por um coração devoto. O texto diz: "Muitos ricos lançavam ali grandes quantias... Todos deram do que lhes sobrava" (v. 41, 44). Retratada gente sofisticada causando uma boa impressão, arrancando aplausos, enquanto entregava suas doações – todo mundo via!
Só Jesus viu que estavam dando sobras! Contribuíam apenas para serem vistos pelos outros como pessoas religiosas, em busca de reconhecimento e elogio.
O Senhor percebeu a devoção do coração da viúva. Ela deu porque cria e porque amava o Senhor!
Que nossas contribuições sejam por amor a Cristo e a sua obra, não por obrigação, medo, culpa, vaidade ou desejo de ganhar mais.
Contribuições são expressões de corações ricos para com Deus, contentes com Sua graça, desejosos de ampliar a causa de Cristo no mundo.
Quer queira, quer não, é “no bolso” que realmente demonstramos nosso amor (ou falta dele) por Cristo e sua obra! Como Davi, que demonstrou seu amor a Deus entregando ofertas generosas para construir o templo: "Pelo amor ao templo do meu Deus, agora entrego, das minhas próprias riquezas, ouro e prata para o templo do meu Deus, além de tudo o que já tenho dado para este santo templo. Ofereço, pois, cento e cinco toneladas de ouro puro de Ofir e duzentos e quarenta e cinco toneladas de prata refinada, para o revestimento das paredes do templo, para o trabalho em ouro e em prata, e para todo o trabalho dos artesãos. Agora, quem hoje está disposto a ofertar dádivas ao Senhor?” 1 Crônicas 29: 3 a 5.
Terceira lição: A contribuição que agrada a Deus é elogiada pela generosidade desapegada. O Senhor elogiou a pobre viúva. Sua abnegada liberalidade na doação foi agradável a Cristo: "Chamando a si os seus discípulos, Jesus declarou: “Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou na caixa de ofertas mais do que todos os outros. ... ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver” (v. 43 e 44).
As moedas dadas pela viúva pobre eram as de menor valor em circulação. Poderia ser o equivalente a algo em torno de dois a cinco reais, em nossos dias.
Mas Jesus disse que ela deu ”mais do que todos os outros”, não em quantidade, mas na qualidade da oferta. É isso o que importa para o Senhor! Deus não vê somente a quantia dada, como também o coração do doador.
Ele sabe exatamente qual é a realidade e a possibilidade que cada um tem de contribuir, bem como o que, o quanto e como cada um contribui.
A oferta da viúva foi aprovada e apreciada pelo Senhor porque foi sacrificial: ela ”deu tudo o que possuía para viver” (v. 44). Isso significa que ela deu todo o seu sustento, e que não teria nem mesmo o que comer, até que pudesse ganhar mais.
Foi uma declaração da honra, grandeza e bondade do Senhor.
As nossas ofertas também, de um jeito ou de outro, expressam de forma concreta o valor e o apreço que realmente temos para com o Senhor!
Como têm sido suas contribuições financeiras para a causa de Cristo?
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