Emparn prevê chuvas no Rio Grande do Norte entre fim de janeiro e início de fevereiro
Автор: Marcos Dantas
Загружено: 2026-01-16
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O meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn ), Gilmar Bristot, afirmou que a segunda quinzena de janeiro e as primeiras semanas de fevereiro devem registrar chuvas em diversas regiões do estado. A previsão foi apresentada em entrevista ao programa Panorama 95, nesta sexta-feira (16), no Sistema Rural de Comunicação.
De acordo com Bristot, análises de curto prazo, baseadas na temperatura dos oceanos, campos de vento e pressão atmosférica, indicam a formação de um cenário favorável à ocorrência de precipitações. “Estamos entrando em um período de baixa pressão sobre a região, o que favorece a atuação de sistemas meteorológicos que podem provocar chuvas no Rio Grande do Norte”, explicou. Ele destacou, no entanto, que não é possível prever com precisão onde e quando essas chuvas serão mais intensas.
Para o homem do campo, a orientação é aproveitar as primeiras chuvas, mas com prudência. O meteorologista recomenda o plantio de culturas de ciclo curto, como feijão e sorgo, evitando culturas de ciclo longo, a exemplo do milho e do algodão. “Fevereiro é sempre uma incógnita e pode ocorrer veranico, o que compromete a safra”, alertou.
Sobre o inverno de 2026, Gilmar Bristot avaliou que o cenário atual é mais favorável do que o observado meses atrás. Mudanças no comportamento do Oceano Atlântico tendem a favorecer o posicionamento da Zona de Convergência Intertropical, principal sistema responsável pelas chuvas entre fevereiro e maio, indicando precipitações em torno da normalidade climatológica.
Em relação aos reservatórios, o meteorologista informou que o estado está com cerca de 38% da capacidade hídrica armazenada. Com um inverno dentro da média, a expectativa é de recuperação de até 15%, o que pode elevar esse índice para cerca de 50%. Ele destacou ainda a importância das adutoras e da chegada das águas da transposição do Rio São Francisco para garantir maior segurança hídrica, especialmente no Seridó e no Alto Oeste.
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