Quais são os Motivos que me LEVARAM a Deixar o Protestantismo?
Автор: Tiago Albano | Filosofia & Teologia
Загружено: 2025-09-19
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💡Por que deixei de ser protestante? Minha conversão ao Catolicismo
Olá, pessoal! Tudo bem? Me chamo Tiago, sou estudante de Filosofia, e neste vídeo compartilho, de forma mais detalhada, os motivos que me levaram a deixar o protestantismo e abraçar a fé da Igreja Católica. Após muitos pedidos nos comentários do vídeo anterior sobre a minha conversão , decidi contar com mais profundidade os passos dessa jornada, os estudos que realizei e as descobertas que mudaram minha forma de entender o cristianismo.
Minha trajetória começou no meio pentecostal, onde fui batizado e iniciei meus estudos bíblicos. A paixão pelas Escrituras me levou ao meio reformado, onde me aprofundei na teologia calvinista, estudando autores como Calvino, Piper, Carson e Spurgeon. No entanto, mesmo dentro do protestantismo, comecei a me deparar com questões teológicas e históricas que me levaram a questionar os fundamentos da fé protestante.
Um dos primeiros pontos de virada foi a história da Igreja primitiva, especialmente no que diz respeito a Constantino. Descobri que ele não fundou a Igreja Católica nem a corrompeu, como muitas vezes se afirma no meio evangélico. O Édito de Milão (313) apenas pôs fim às perseguições aos cristãos.
Outro ponto central foi o estudo sobre a Eucaristia. A interpretação simbólica do capítulo 6 do Evangelho de São João começou a perder força diante da tradição patrística. Escritos de Santo Inácio de Antioquia, Didaqué, Santo Agostinho e outros pais da Igreja confirmam a crença na presença real de Cristo na Eucaristia, algo que me levou a rever radicalmente a teologia protestante sobre os sacramentos.
Também aprofundei meus estudos sobre o cânon bíblico e percebi que a autoridade da Igreja Católica foi essencial para a formação e preservação das Escrituras. A ideia de “Sola Scriptura” me pareceu frágil diante dos fatos históricos, já que a Igreja antecedeu a Bíblia e foi guiada, desde o início, pela tradição apostólica e pelo magistério.
A questão de Maria também foi um ponto-chave. Pesquisando a Mariologia na patrística, entendi a importância de Nossa Senhora como Nova Eva e Mãe de Deus (Theotokos), um título confirmado pelo Concílio de Éfeso em 431. Vi que negar esse título levava a heresias cristológicas já condenadas nos primeiros séculos.
Por fim, percebi que todas as igrejas de origem apostólica – sejam orientais, bizantinas ou latinas – mantêm uma fé comum: na Eucaristia, na sucessão apostólica, na veneração de Maria e na autoridade de Pedro. E isso não podia ser coincidência.
Se você está em dúvida, busca estudar mais ou quer conhecer um testemunho de conversão ao catolicismo, este vídeo é para você.
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