Os Próprios Chulas (Kizomba)
Автор: Nizzo Eugenio
Загружено: 2026-01-22
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Verso 1
Sapato brilhando, fato bem passado
Relógio no pulso, sorriso ensaiado
Perfume no ponto, cheiro a ilusão
Promessa vazia, conversa na mão
Entram devagar nos corações cansados
Mulheres maduras, olhos já magoados
Viúvas sozinhas, carentes de atenção
Eles sabem bem onde tocar a emoção
Pré-Refrão
Não é amor, é teatro
Não é verdade, é contrato
Falam baixo, juram alto
Mas o bolso vem primeiro, de facto
Refrão (Coro)
Eles são os próprios chulas, não vamos negar
Bem vestidos pra enganar
Perfume caro pra iludir
Coração frio só pra subir
Os próprios chulas, com eles vais se dar mal
Amor fingido, jogo fatal
Prometem céu, dão solidão
E vão embora com a compensação
Verso 2
Jantares pagos com palavras doces
“Meu amor” dito mil vezes à noite
Fingem cuidado, fingem paixão
Mas só contam notas na imaginação
Cada lágrima vira oportunidade
Cada história triste vira facilidade
Eles vestem classe, mas vivem de esquema
Especialistas no mesmo problema
Pré-Refrão
Não perguntam o passado
Só sentem o cheiro do dinheiro guardado
Chamam de sorte, chamam de vida
Mas deixam mais uma ferida
Refrão (Coro)
eles são os próprios chulas, não vamos negar
Bem vestidos pra enganar
Perfume caro pra iludir
Coração frio só pra subir
Os próprios chulas, sem explicação
Roubo legalizado pela sedução
Beijo falso, mão estendida
Mais uma alma iludida
Ponte
Um dia o espelho vai falar
Mostrar quem tu és de verdade, sem maquiar
Porque charme não compra perdão
Nem perfume limpa a intenção
Refrão Final
Os próprios chulas, ficou claro afinal
Elegância por fora, por dentro nada moral
Enquanto houver dor pra explorar
Vai ter chula bem vestido a circular
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