"Eles não têm noção do global": Por que o Capitalismo Americano só acorda quando os bancos quebram?
Автор: Instituto de Economia da Unicamp
Загружено: 2026-01-18
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O Capitalismo Americano opera sob uma lógica brutal onde a vida do cidadão é irrelevante e o sistema só reage quando os bancos começam a quebrar. Maria da Conceição Tavares desmonta a falta de visão sistêmica dos EUA nesta aula histórica.
Nesta aula visceral, a professora Maria da Conceição Tavares faz uma análise comparativa impiedosa entre as hegemonias ocidentais e orientais. A crítica central recai sobre o pragmatismo exacerbado dos Estados Unidos, definido por ela como uma "sociedade de engenheiros". Ao contrário da tradição crítica europeia (filósofos e historiadores) ou da proteção social japonesa, o modelo norte-americano é marcado pelo funcionalismo: retalha-se o problema em pedaços menores, aplica-se uma solução técnica isolada (como "psicotrópicos" para o cérebro), mas perde-se completamente a noção do todo.
Tavares argumenta que essa ausência de uma visão sistêmica — incapacidade de enxergar a totalidade geopolítica e social — cria uma "confusão medonha" onde militares, cientistas e diplomatas não conversam. O resultado é um Estado que só desperta para reformas quando o cerne do capital é ameaçado. Enquanto o lucro flui, a morte de cidadãos é apenas estatística. Um debate fundamental para entender a fragilidade institucional da maior potência do mundo diante de crises globais e a diferença crucial entre gestão de crise e projeto de nação.
00:00 - A reforma impossível do Estado Americano
01:10 - O Capitalismo Americano: Bancos vs. Vidas
02:15 - Europa e Japão: Tradição Crítica vs. Engenharia
02:57 - A Sociedade de Engenheiros e o fim da visão global
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