No te riendas - Mário Benedetti (Uma releitura de Adriano Mendes)
Автор: Dj Mano Zeu oficial
Загружено: 2026-01-26
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Poema gravado em 2013 no Estúdio Comunitário ECO (Cidade Nova), sob a coordenação de Alai Diniz, que tocava o Projeto Panambi na Biblioteca Comunitária do Cidade Nova.
No te riendas - Mário Benedetti (Uma releitura de Adriano Mendes)
Não te rendas,
ainda dá tempo de alcançar e começar de novo.
Aceitar tuas sombras,
enterrar teus medos,
liberar o lastro,
retomar o vôo.
Não te rendas, porque a vida é isso.
Continuar a viagem, perseguir teus sonhos,
destravar o tempo, juntar os escombros e destapar o céu.
Não te rendas,
por favor não cedas
Ainda que o frio queime
Ainda que o medo morda
Ainda que o sol se esconda e o vento se cale
Ainda há fogo em tua alma
Ainda há vida em teus sonhos
Porque a vida é tua
E teu também é o desejo
Porque tens vontade
Porque existe o vinho e o amor, com certeza
Porque não há ferida que o tempo não cure
abrir as portas,
tirar os ferrolhos,
quebrar as cadeias,
abandonar as muralhas que te protegeram,
viver a vida,
recuperar o riso,
ensaiar um canto,
baixar a guarda e estender as mãos,
desprender as asas e tentar de novo,
celebrar a vida e retomar os céus.
Não te rendas,
por favor não cedas,
ainda que o frio queime,
ainda que o medo morda,
ainda que o sol se esconda
e o vento se cale,
ainda há fogo em tua alma,
ainda há vida em teus sonhos,
porque cada dia é um começo novo,
porque esta é a hora e o melhor momento,
porque não estás só,
porque eu gosto de ti.
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