VÁRZEA PAULISTA - SP
Автор: TIGRE NA ESTRADA
Загружено: 2020-08-18
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VÁRZEA PAULISTA - SP
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Várzea Paulista é um município brasileiro do estado de São Paulo, que integra a Aglomeração Urbana de Jundiaí.
A história de Várzea Paulista começa em 1867, quando os ingleses construíram a estrada de ferro que liga Santos a Jundiaí. A estrada passava por uma várzea campesina, com um saliente acidente geográfico e as águas cristalinas do Rio Jundiaí. O local começou a ser povoado dezenove anos depois da inauguração desse trecho ferroviário, no final do século XIX, mais precisamente em 1886. O primeiro morador varzino foi Isaac de Souza Galvão, que montou a primeira olaria no local. Consta que a cidade também participou do ciclo do café, que acabou com intensa geada de 1878.
A empresa franco-italo-suiça Societé des Distilheiries Brasiliennes instalou uma destilaria de álcool em terras varzinas e viveu tempos prósperos até 1888, quando finalmente foi abolida a escravidão. Em 1891 foi inaugurada a Estação Ferroviária, com arquitetura e materiais ingleses.
Em agosto de 1956, o Cartório Civil teve seus livros liberados para assentamentos. O nome do distrito que até então pertencia à Jundiaí, era chamado de Secundino Veiga, em homenagem ao jornalista que morreu na época.
O primeiro registro de nascimento foi realizado em 14 de Agosto de 1956, e o primeiro casamento foi realizado em 05 de Setembro do mesmo ano.
O cartório substituiu a denominação de Secundo Veiga para Distrito de Várzea, em alusão ao terreno ribeirinho, baixo e plano, situado à margem de um rio. Várzea Paulista ainda era distrito de Jundiaí, quando Antenor Fonseca foi eleito vereador, representando-a na Câmara Municipal de Jundiaí, de 1960 à 1963.
Em 1964, um grupo de varzinos, formado por Francisco de Assis Andrade, João Aprillanti, Armando Pastre, Victorino Vieira Santana, Antenor Fonseca, Benjamin de Castro Fagundes, Milton Lebrão, Otávio Feliz, Luiz Mania e Farid Feres Sada se reuniu para requerer a emancipação político-administrativa do local. A Assembléia Legislativa de São Paulo deu início ao movimento de emancipação por meio da lei estadual 5.820.
No dia 21 de Março de 1965 o bairro foi elevado a município de Várzea Paulista. O Paulista no nome da cidade surgiu como identificador de mais uma conquista dos bandeirantes.
A boa localização junto à estrada de ferro e o pioneirismo econômico renderam à Várzea Paulista uma situação privilegiada em relação à quantidade de indústrias instaladas. A partir da emancipação e até aproximadamente 1972, ocorre a organização da estrutura administrativa da Prefeitura recém instalada, cadastrando as propriedades imobiliárias, as fábricas e casas comerciais para o lançamento de impostos.
Também tem início o alargamento de ruas e assentamentos de guias e sarjetas. Com o passar do tempo, começa o serviço de saúde e a construção do primeiro conjunto habitacional, edificando dezenas de unidades no bairro da Promeca. Foram também adquiridos, através de desapropriação, os galpões do atual Paço Municipal. Criaram-se mecanismos para aumentar o parque industrial, atraindo as primeiras fábricas para a cidade emancipada, como a Elekeiroz, que em 1923, adquiriu um terreno para a construção de sua fábrica.
Em 1948, foi inaugurada a Via Anhanguera, que passa a contribuir ainda mais para o avanço industrial da região, incentivando a instalação de novas fábricas e atraindo um forte contingente de operários, que iriam dar condições de mão de obra a instalação de novos empreendimentos. Várzea, neste processo, cooperava com cerca de 60 olarias, uma das que mais se destacavam era a olaria do Sr Pedro Bifani que contribuia suprindo o mercado consumidor de Campinas e São Paulo, com uma produção diária de 650 mil tijolos.
A vocação para o crescimento econômico de Várzea Paulista é a tônica de sua história, a exemplo da rápida expansão da olaria, indústria pioneira que conquistou grande desenvolvimento. A iniciativa não demandava grandes investimentos, tampouco recursos técnicos, aproveitando ainda a matéria-prima abundante e barata na região, como o barro, processado e cozido, foi convertido na primeira fonte de receita do então pequeno povoado.
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