Rap do Sunny — Perdido da Luz | Shadow Slave
Автор: Algoritmo Sonoro
Загружено: 2025-10-24
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Mergulhe nas trevas com Sunny, o protagonista de Shadow Slave.
Um sobrevivente amaldiçoado pela sombra, moldado pela dor e pela guerra.
Esta música conta sua jornada — da prisão sombria ao despertar do poder.
Cada verso carrega o peso de suas cicatrizes, a luta pela liberdade e o fardo de ser o herói que o mundo nunca pediu.
📚 Inspirado em: Shadow Slave — Guiltythree
⚔️ Tema: superação, sacrifício e luz nas trevas
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Letra
Acordei num mundo quebrado…
E percebi que o sonho… pode matar.
Meu nome é Sunny…
E eu nunca poderei mentir.
Eu era nada, um lixo jogado no chão,
Sem nome, sem glória, sem direção.
O Feitiço riu — e fez de mim um erro,
Um homem que não pode mentir pra si mesmo.
No primeiro pesadelo, o frio me rasgou,
E o medo, por dentro, quase me matou.
Mas eu aprendi — dor é poder,
E quem morre sorrindo… não volta a perder.
Entre monstros e sangue, encontrei meu papel,
O Escravo das Sombras, moldado no fel.
Nenhum dom divino, só raiva e vontade,
Eu caí no abismo — e subi pela verdade.
Então eu vi ela — Nephis, a luz que enlouqueceu,
A vingança queimava — e ela escolheu.
Cada golpe era raiva, cada prece, guerra,
Ela lutava por glória, eu só queria a terra.
Ela via sentido onde eu via dor,
Chamava de destino o que era horror.
Me treinou pra matar, não pra sentir,
E mesmo quebrado… eu quis resistir.
No mundo dos sonhos, o tempo é quebrado,
Dois lutando pra fugir do mesmo fardo.
Cada golpe era um grito de medo,
Quem sairia vivo? Quem ficaria preso?
Ela fingia lutar — eu senti,
Nos olhos dela, o fim por vir.
Nephis queria que eu vencesse,
Mas a vitória... era o preço que me perdesse.
Entre monstros que respiram com o vento,
E sombras que se alimentam do lamento,
Eu lutei, caí, levantei — aprendi
Que cada ferida é um passo pra subir.
Na Costa Esquecida, o sol não nasceu,
O frio e o medo viraram meu véu.
Navios quebrados, ruínas submersas,
Segredos antigos, vidas dispersas.
Cada batalha era teste, cada respiração um risco,
E eu só tinha um dom torto, um artifício:
Não mentir jamais, não enganar o inimigo,
A verdade me guiava, e ao mesmo tempo me punia.
Das sombras nasci, do abismo cresci,
Carrego correntes, mas nunca caí.
O Feitiço me amaldiçoou, mas falhou,
Porque da escuridão… um deus despertou.
Sou a verdade que o medo traiu,
O sol se apagou, mas eu resisti.
Mesmo perdido, meu grito ecoou:
“Nas trevas eu reino — o mundo caiu!”
Cassie via o futuro, mas errou no olhar,
Pensou que a verdade era salvação.
Revelou meu nome pra quem devia calar,
E com isso... condenou quem tentou salvar.
Ela quis ajudar, mas destruiu o elo,
Fez do segredo um laço de flagelo.
Nephis ouviu — e o destino mudou,
Agora a luz dela… se apagou.
Cassie chorou, sem entender o preço,
A salvação cobrou o próprio começo.
Perdeu os dois, e ficou sozinha,
Cega pela fé — e pela ruína.
Eu senti culpa, raiva e dor,
Meus passos pesavam, cada vez mais por favor.
Como salvar quem escolheu ficar?
Como seguir sem me quebrar?
O dom divino queimava dentro de mim,
Mas minha fraqueza era não mentir a ninguém.
Cada escolha errada, cada palavra dita,
Era um fio a mais na teia maldita.
Nephis confiou em mim, Cassie tentou salvar,
E no meio de tudo, só restava lutar.
Mesmo sabendo que o segredo traria fim,
Eu lutei — porque desistir não é pra mim.
Percebi tarde — ela não tentava escapar,
Queria que eu fosse, pra sozinha ficar.
E quando eu parei, negando a saída,
Ela chorou — e selou minha vida.
Disse meu nome — “Perdido da Luz”,
O eco cortou, o destino se reduz.
Senti as correntes, o chão ceder,
A liberdade... não poderia mais obter
E a Nephis teria que obedecer.
Ela me forçou a abandoná-la ali,
Sozinha no sonho onde o sol não quis vir.
E enquanto o véu se fechava ao redor,
Ela sorriu — mas o olhar, era pó.
Cassie traiu, buscando um porto,
E o segredo à tona trouxe.
O fio de esperança que julgou seguro,
Foi o laço que a prendeu, com ambos, ao abismo escuro.
Agora Nephis reina em solidão,
Sunny vagueia sem direção.
Um sem alma, outra sem chão,
E Cassie… carrega a maldição.
As sombras ainda me seguem,
Cada passo é eco do que perdeu.
Meu nome verdadeiro queimou no ar,
Mas meu espírito… nunca deixei quebrar.
Das sombras nasci, do abismo cresci,
Carrego correntes, mas nunca caí.
O Feitiço me amaldiçoou, mas falhou,
Porque da escuridão… um deus despertou.
Sou a verdade que o medo traiu,
O sol se apagou, mas eu resisti.
Mesmo perdido, meu grito ecoou:
“Nas trevas eu reino — o mundo caiu!”
Ela ficou…
Eu parti…
Mas o eco do nome…
Ainda vive em mim.
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