O Processo Mais Doloroso Que Deus Usa Para Te Promover: Soltar/Deixar-ir
Автор: Ronnie Haspper - Palavra e Propósito
Загружено: 2026-01-01
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Existe uma fase na vida espiritual que ninguém gosta de viver, ninguém posta foto, ninguém celebra publicamente, mas quase todos que amadurecem em Deus passam por ela: a fase em que Ele ensina a soltar. Não é o momento da colheita, não é o tempo da resposta visível, não é a estação do aplauso. É o tempo em que Deus trabalha silenciosamente, profundamente, no lugar mais sensível do ser humano: o controle. Soltar é doloroso porque mexe com identidade, com expectativa, com medo, com apego emocional, com sonhos que pareciam certos, com pessoas que você acreditava serem permanentes, com planos que faziam sentido na sua cabeça, mas que não cabiam mais no plano de Deus.
Deus nunca começa a ensinar alguém a soltar quando essa pessoa está forte emocionalmente. Ele faz isso quando você já tentou tudo, quando orou, insistiu, conversou, explicou, jejuou, esperou, suportou, e mesmo assim nada fluiu. É nesse ponto que você começa a perceber que continuar insistindo não é mais fé, é apego. E apego, na linguagem bíblica, nunca é virtude. Apego é sinal de que algo ocupa um lugar que deveria ser exclusivamente de Deus. Por isso, quando Deus quer promover alguém, Ele não começa dando mais, Ele começa tirando. Não porque Ele seja cruel, mas porque Ele sabe que ninguém sustenta promoção carregando pesos que pertencem a estações antigas.
Soltar dói porque parece perda, mas na verdade é livramento. Dói porque você precisa admitir que chegou ao limite da sua força. Dói porque você percebe que algumas coisas não dependiam mais de você, e isso confronta o orgulho espiritual que acredita que tudo se resolve com mais esforço, mais oração ou mais resistência. Há momentos em que Deus não quer que você lute mais, Ele quer que você confie mais. E confiar, para o ser humano, é mais difícil do que lutar, porque lutar dá a sensação de controle, enquanto confiar exige rendição.
Deus ensina a soltar quando percebe que você começou a negociar sua paz para manter algo ou alguém. A paz é um dos sinais mais claros da direção de Deus. Quando algo passa a roubar sua paz de forma constante, não é prova de amor, não é prova de perseverança, não é cruz para carregar. É alerta. Deus nunca constrói futuro à custa da sua saúde emocional, espiritual e mental. Ele não pede que você se perca para manter algo. Tudo o que vem de Deus pode ser mantido sem que você precise se destruir.
O problema é que muitas pessoas confundem soltar com desistir, e não são a mesma coisa. Desistir nasce do medo; soltar nasce da confiança. Desistir é abandonar por incredulidade; soltar é entregar por obediência. Quando Deus ensina a soltar, Ele não está dizendo que aquilo não teve valor, Ele está dizendo que cumpriu o propósito daquela fase. Há coisas que não são erradas, apenas não são eternas. Há pessoas que não são más, apenas não caminham com você na próxima estação. Há sonhos que não morrem, apenas mudam de forma.
Na Bíblia, toda promoção verdadeira passou antes por uma renúncia profunda. Abraão precisou soltar Isaque no altar antes de se tornar pai de multidões. José precisou soltar a túnica, o status de filho favorito, a própria reputação, antes de governar o Egito. Moisés precisou soltar o palácio antes de liderar o povo. Davi precisou soltar o anonimato e depois soltar a necessidade de se defender de Saul para se tornar rei. Jesus precisou soltar Sua própria vontade no Getsêmani para cumprir o plano eterno da redenção. Em nenhum desses casos, soltar foi fácil. Em todos, foi decisivo.
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