Lucas 6 - Almeida Revista e Atualizada - A Bíblia em Áudio
Автор: Bíblia Sagrada
Загружено: 2026-01-16
Просмотров: 50
Livro: Lucas
Capítulo: 6
Versão: Almeida Revista e Atualizada
00:00 Reflexão
00:44 Leitura do capítulo
📘 Introdução:
O capítulo 6 de Lucas concentra-se no ensinamento radical de Jesus sobre o Reino, apresentando princípios éticos que invertem os valores do mundo. Ele começa com conflitos sobre a Lei e culmina no Sermão do Monte (na planície), que estabelece as bases para uma comunidade centrada no amor incondicional.
📝 Resumo:
Jesus defende Seus discípulos por colherem espigas no sábado, declarando-se "Senhor do sábado" (vs. 1-5). Cura um homem com a mão atrofiada num sábado, diante da oposição dos fariseus (vs. 6-11). Escolhe os Doze apóstolos (vs. 12-16). No Sermão, proclama as bem-aventuranças e os ais, ensina a amar os inimigos, a não julgar e a construir a vida sobre a obediência à Sua palavra (vs. 17-49).
❗O capítulo é muito longo para ser colocado aqui, então deixo alguns dados interessantes sobre o capítulo 6 de Lucas. Obrigado por se inscrever neste canal e dar seu like. Deus o abençoe.
💭 Dados interessantes:
1. Espigando no Sábado (v. 1)
Os discípulos "colhiam e comiam espigas, debulhando-as com as mãos". De acordo com a Lei (Dt 23:25), era permitido colher espigas da sebe do vizinho para matar a fome, mas os fariseus consideravam isso "colher" e "debulhar", atividades de trabalho proibidas no sábado. Jesus defende os discípulos com o exemplo de Davi, priorizando a necessidade humana sobre o ritual.
2. A Cura da Mão Ressecada (v. 6-10)
Lucas, o médico, identifica a condição como "sua mão direita ressequida" (v.6). A mão direita era simbolicamente a mão da ação, da força e da aliança. Curá-la no sábado era um ato de restaurar a capacidade de trabalho e sustento, um "fazer o bem" que Jesus prioriza. Ele olha para todos "em redor" (v.10) antes de agir, desafiando publicamente sua hipocrisia.
3. A Noite de Oração Antes de Escolher os Doze (v. 12)
Lucas destaca que Jesus "passou a noite toda em oração a Deus" antes de escolher os doze apóstolos. Essa é uma das mais longas vigílias de oração registradas na vida de Jesus. Mostra a importância eterna daquela decisão e seu total dependência do Pai para a formação do núcleo da Igreja.
4. O Sermão do "Plano" (v. 17)
Lucas situa o sermão em um "plano" (lugar plano), diferentemente do "monte" de Mateus. Isso pode refletir um momento diferente ou o estilo literário de Lucas, que enfatiza a acessibilidade do ensino de Jesus ao povo comum que o buscava para ser curado (v.17-19).
5. As Bem-Aventuranças e os "Ais" (v. 20-26)
Lucas apresenta quatro "bem-aventuranças" contrastadas com quatro "ais". Sua versão é mais social e econômica ("pobres", "famintos", "que choram") do que a de Mateus ("pobres em espírito"). Os "ais" são dirigidos diretamente aos ricos, fartos e celebrados, refletindo a inversão de valores do Reino.
6. "Amai os Vossos Inimigos" (v. 27)
O ensino de Jesus é radical: "amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam" (v.27). A palavra grega para "amai" é agapaō, que se refere a um amor de decisão e ação, não a um sentimento. O exemplo dado é divino: Deus "é benigno até para com os ingratos e maus" (v.35).
7. A Regra de Ouro (v. 31)
Apresentada positivamente: "como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles". No judaísmo, esta regra já existia em forma negativa ("não faças ao outro..."). A formulação positiva de Jesus é mais ativa e exigente, convidando à iniciativa do bem.
8. O Juiz e a Trave (v. 41-42)
A hipérbole humorística do "cisco no olho do teu irmão" versus a "trave no teu próprio" é exclusiva de Lucas e Mateus. A imagem é absurdamente vívida: alguém com uma grande viga de madeira no olho tentando realizar uma delicada cirurgia ocular no outro. É uma crítica à hipocrisia e à tendência de julgar.
9. A Árvore e o Fruto (v. 43-45)
Jesus usa a analogia agrícola: uma árvore boa não dá fruto ruim. O ponto central está no verso 45: "a boca fala do que está cheio o coração". A fala ("do bom tesouro" ou do mau) revela a verdadeira natureza interna da pessoa. A ética cristã começa com a transformação do coração.
10. Os Dois Alicerces (v. 46-49)
A parábola final contrasta quem "ouve e pratica" com quem "ouve e não pratica". A diferença não é visível até a provação ("a torrente"). O homem sábio cava "fundamento sobre a rocha". Em Lucas, a rocha é obedecer às palavras de Jesus. A casa que resiste é a vida construída na obediência prática.
Доступные форматы для скачивания:
Скачать видео mp4
-
Информация по загрузке: