Lucas 7 - Almeida Revista e Atualizada - A Bíblia em Áudio
Автор: Bíblia Sagrada
Загружено: 2026-01-17
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Livro: Lucas
Capítulo: 7
Versão: Almeida Revista e Atualizada
00:00 Reflexão
00:40 Leitura do capítulo
📘 Introdução:
O capítulo 7 de Lucas ilustra a compaixão e autoridade de Jesus através de milagres que revelam Sua identidade como Messias. Diante da dúvida de João Batista e da rejeição dos fariseus, Suas ações demonstram que o Reino traz libertação e perdão aos mais necessitados.
📝 Resumo:
Jesus cura o servo de um centurião romano, admirando-se com sua fé (vs. 1-10). Ressuscita o filho único da viúva de Naim (vs. 11-17). João Batista, preso, envia discípulos para perguntar se Jesus é o Messias. Jesus responde citando Seus milagres (vs. 18-23). Elogia João como o maior dos profetas, mas diz que o menor no Reino é maior que ele (vs. 24-28). Critica a geração incrédula (vs. 29-35). Uma pecadora unge Seus pés; Jesus perdoa seus pecados, ensinando que quem foi muito perdoado, muito ama (vs. 36-50).
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💭 Dados interessantes:
1. O Centurião de Cafarnaum (v. 2)
Este oficial romano era um "centurião", comandante de 100 soldados. O texto diz que ele "estimava" o povo judeu e havia "edificado" a sinagoga local (v.5). Isso era raro e mostra um gentio piedoso (temente a Deus), que respeitava a cultura local. Sua autoridade militar o faz entender o conceito de "autoridade delegada", que ele aplica a Jesus.
2. "Diga uma Palavra" (v. 7)
A frase do centurião é teologicamente profunda: "dize uma palavra, e o meu rapaz será curado". Ele entende que a autoridade e o poder de Jesus não estão limitados pela proximidade física. Sua fé impressiona Jesus, que declara não ter encontrado "tamanha fé nem mesmo em Israel" (v.9).
3. O Funeral em Naim (v. 11)
Naim ficava cerca de 10 km ao sul do Monte Tabor. A cena é comovente: o defunto era "filho único de sua mãe, que era viúva" (v.12). Na sociedade da época, isso a colocava em uma situação de extrema vulnerabilidade econômica e social. Jesus age por compaixão espontânea, sem que ninguém lhe peça.
4. "Não chores" (v. 13)
A expressão "Não chores" de Jesus a uma mãe em um cortejo fúnebre era socialmente inadequada. Mas sua palavra tem poder criador: "Jovem, eu te digo: levanta-te" (v.14). O morto "sentou-se e começou a falar". O milagre lembra os feitos de Elias (1Rs 17:17-24) e Eliseu (2Rs 4;32-37), mas Jesus age com sua própria autoridade.
5. A Pergunta de João Batista (v. 19)
João, na prisão, envia discípulos para perguntar: "És tu aquele que havia de vir, ou devemos esperar outro?". Isso parece estranho, pois João já havia identificado Jesus (Lc 3;16). A pergunta pode refletir a angústia de um prisioneiro ou sua tentativa de forçar uma declaração pública de Jesus a seus discípulos.
6. A Resposta de Jesus (v. 22)
Jesus não responde "sim" ou "não". Ele aponta para suas ações messiânicas: "os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, aos pobres está sendo pregado o evangelho". Esta é uma citação direta de Isaías 35:5-6 e 61:1, afirmando, de forma indireta mas poderosa, que Ele é o Messias esperado.
7. "O Menor no Reino é Maior que Ele" (v. 28)
Jesus faz um elogio extraordinário a João, dizendo que entre os nascidos de mulher "ninguém é maior do que João". Mas acrescenta: "o menor no reino de Deus é maior do que ele". Isso não diminui João, mas mostra a superioridade da nova era do Reino inaugurada por Jesus, da qual até o menor participante tem um privilégio maior que o maior dos profetas.
8. A Mulher Pecadora (v. 37)
A identidade da mulher não é dada. A tradição posterior a identificou com Maria Madalena, mas Lucas não diz isso. Ela é simplesmente uma "pecadora" conhecida na cidade. Seu gesto de "ungir os pés" de Jesus com perfume e enxugá-los com os cabelos era de extrema humilhação e devoção (os cabelos soltos de uma mulher em público eram considerados indecentes).
9. A Parábola dos Dois Devedores (v. 41-42)
Jesus conta a parábola para Simão, o fariseu: dois devedores, um que deve "quinhentos denários" e outro "cinquenta". Ambos são perdoados. A pergunta: "qual deles o amará mais?". A resposta óbvia (o que mais foi perdoado) expõe a falha de Simão: ele não demonstrou nem as cortesias básicas de um anfitrião (v.44-46), porque não sentia sua grande necessidade de perdão.
10. "Teus Pecados Estão Perdoados" (v. 48)
Jesus declara o perdão à mulher antes de elogiar seu amor. Seu amor exuberante era a evidência de uma graça já recebida, não o meio para obtê-la. Os convidados questionam: "Quem é este que até perdoa pecados?" (v.49). A pergunta permanece, e a resposta é clara para o leitor: é o Messias, o Filho de Deus.
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