Marcos 6 - Almeida Revista e Atualizada - A Bíblia em Áudio
Автор: Bíblia Sagrada
Загружено: 2026-01-08
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Livro: Marcos
Capítulo: 6
Versão: Almeida Revista e Atualizada
00:00 Reflexão
01:08 Leitura do capítulo
📘 Introdução:
O capítulo 6 de Marcos explora os temas da rejeição, da autoridade delegada e da provisão divina. Ele apresenta um ciclo onde a incredulidade em Nazaré contrasta com o poder manifestado através dos Doze e culmina em dois grandes milagres que revelam Jesus como o Pastor que guia e sustenta seu povo.
📝 Resumo:
Jesus é rejeitado em sua própria cidade, Nazaré, onde sua familiaridade impede a fé e Ele só pode curar alguns doentes, admirando-Se com a incredulidade deles (vs. 1-6). Então, envia os Doze de dois em dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos. Eles pregam o arrependimento, expulsam demônios e curam muitos (vs. 7-13). A fama de Jesus chega a Herodes, que acredita ser João Batista ressuscitado. O narrador então recorda como Herodes, pressionado por sua filha e sua esposa, havia decapitado João (vs. 14-29). Ao voltarem, os apóstolos reúnem-se a Jesus, que os convida a descansar em um lugar deserto. Porém, uma grande multidão os segue. Jesus, vendo-a como ovelhas sem pastor, ensina-lhes muitas coisas (vs. 30-34). Ao final do dia, os discípulos sugerem despedir a multidão, mas Jesus ordena: "Dai-lhes vós de comer". Com apenas cinco pães e dois peixes, Ele abençoa, parte e alimenta cinco mil homens, sobrando doze cestos de pedaços (vs. 35-44). Imediatamente após, Jesus manda os discípulos atravessarem o mar enquanto Ele despede a multidão. À noite, Ele os vê remando com dificuldade contra o vento e vai ao encontro deles, andando sobre o mar. Eles pensam ser um fantasma, mas Ele os acalma: "Tende bom ânimo; sou eu, não temais". Entra no barco e o vento cessa. Eles ficam extremamente atônitos, pois não haviam compreendido o milagre dos pães (vs. 45-52). Finalmente, chegam a Genesaré, onde Jesus cura muitos doentes que tocam sequer a orla de Sua veste (vs. 53-56).
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💭 Dados interessantes:
1. Jesus, o "Carpinteiro" (v. 3)
A multidão de Nazaré pergunta: "Não é este o carpinteiro?" (ARA). A palavra grega é tekton, que significa mais que um trabalhador em madeira; podia incluir pedreiro ou construtor. É a única menção na Bíblia à profissão de Jesus. No contexto, a pergunta carrega desdém: "Quem esse operário pensa que é, ensinando aqui?".
2. A Missão dos Doze: "Nada para o Caminho" (v. 8)
As instruções de Jesus são de extrema simplicidade: apenas um "cajado", "sandálias" e uma "única túnica". Nem "alforje" (bolsa de provisões) nem "dinheiro" (v.8). A ênfase é na dependência total da hospitalidade e no caráter urgente da mensagem ("o Reino está próximo"). O cajado e as sandálias eram o mínimo para uma viagem longa a pé.
3. "Sacudir o Pó dos Pés" (v. 11)
O gesto de "sacudir o pó dos pés" contra uma cidade que não os recebesse era um simbólico ato judaico. Quando judeus piedosos voltavam de terras gentias, sacudiam a poeira pagã. Aqui, os discípulos tratam os lares judeus recalcitrantes como território pagão, isto é, fora da comunidade do povo de Deus. Era uma severa advertência de juízo.
4. Herodes e o "Batista Ressuscitado" (v. 14)
A especulação de Herodes de que Jesus seria "João Batista ressuscitado" (v.14) revela sua consciência culpada. No pensamento popular da época, a ressurreição de uma pessoa injustiçada poderia ocorrer para trazer vingança divina. Herodes teme que o fantasma de João tenha voltado com poderes ainda maiores.
5. O Banquete de Aniversário de Herodes (v. 21)
O banquete de Herodes era um evento político, não apenas social. Convidar "os grandes de sua corte" (v.21) consolidava alianças. A dança da filha de Herodias (chamada Salomé por Josefo) em tal ambiente tinha conotações sensuais e manipuladoras. O pedido pela cabeça de João em uma "bandeja" (v.25) era uma humilhação macabra, tratando-o como uma iguaria do banquete.
6. Os "Cinco Pães e Dois Peixes" (v. 38)
A quantia era risivelmente pequena para uma multidão de milhares. O pão era provavelmente de cevada (Jo 6:9), o pão dos pobres. Os peixes seriam pequenos, tipo sardinha, usados como tempero. A ação de Jesus – "erguer os olhos ao céu" (oração), "abençoar" (agradecer) e "partir" – segue o ritual judaico das refeições, mas aqui resulta em multiplicação milagrosa.
7. "Cem Denários" (v. 37)
Quando os discípulos sugerem comprar pães, estimam que "duzentos denários" não seriam suficientes. Um denário era o salário de um dia de trabalho. Duzentos denários representavam mais de seis meses de salário para um trabalhador. O detalhe destaca a impossibilidade humana de resolver a situação, preparando o cenário para a intervenção divina.
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