A Verdade Sobre a Eucaristia Que Mudou Minha Fé – Presença Real de Cristo
Автор: Tiago Albano | Filosofia & Teologia
Загружено: 2025-11-23
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🔎A Presença Real de Cristo na Eucaristia: Doutrina Apostólica e Patrística
A Eucaristia sempre ocupou um lugar central na fé cristã. Desde os primeiros séculos, a Igreja professou com firmeza que, no santo sacrifício da Missa, o pão e o vinho tornam-se verdadeiramente o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Após uma breve pausa no canal devido a uma mudança e toda a correria para organizar a casa e o novo cenário. E o retorno não poderia ter assunto mais central: a verdade da Eucaristia.
A base bíblica: João 6 e a literalidade das palavras de Cristo
O principal texto usado para debater a presença real é João 6, especialmente os versículos 51 e 52. Ali, Jesus afirma com clareza: “Aquele que não comer da minha carne e não beber do meu sangue não terá a vida eterna.” Muitos apologistas protestantes defendem que essa passagem seria simbólica. No entanto, o contexto mostra o contrário: quando os discípulos se escandalizam, Jesus não suaviza Sua fala. Pelo contrário, Ele reforça o ensinamento e questiona: “Quereis vós também ir embora?” Se fosse apenas símbolo, Cristo teria explicado — mas não o fez.
São Paulo, em 1 Coríntios 11,27, também confirma a literalidade ao advertir que quem come e bebe indignamente se torna “réu do Corpo e do Sangue do Senhor”. Não faria sentido tamanha gravidade se estivéssemos diante de mero pão e vinho simbólicos.
O testemunho dos Padres da Igreja
A tradição patrística é unânime: os primeiros cristãos acreditavam na presença real. Santo Inácio de Antioquia, em sua carta aos Esmirniotas, exorta os fiéis a se afastarem dos hereges, “porque eles não confessam que a Eucaristia é a carne de nosso Salvador Jesus Cristo”. Esse é um testemunho fortíssimo do início do século II.
A Didaqué, datada do primeiro século, mostra que os cristãos se reuniam no domingo para confessar seus pecados e participar dos “santos mistérios”, expressão usada para descrever o sacrifício eucarístico.
Orígenes, em suas homilias sobre o Êxodo, reforça a reverência necessária ao afirmar que nenhuma partícula da Eucaristia deve cair ao chão, porque ali está Cristo presente. Já São João Crisóstomo ensina: “Ao te aproximares da sagrada mesa, crê que nela está o Senhor de todos.”
Esse consenso patrístico mostra que uma interpretação meramente simbólica é algo moderno. Mesmo os primeiros reformadores — como Lutero — rejeitaram o mero memorial proposto por Zwinglio, reconhecendo ao menos uma forma de presença real.
A continuidade da fé apostólica
As Igrejas de matriz apostólica — Católica, Ortodoxa e Orientais — sempre professaram a transformação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo. Santo Tomás de Aquino, na escolástica, apenas explicou filosoficamente o que a Igreja sempre creu: a transubstanciação.
Por isso, negar a Missa como santo sacrifício e como presença real é romper com a fé dos apóstolos e dos santos padres. Cristo instituiu a Eucaristia dizendo: “Isto é o meu Corpo. Este é o cálice do meu Sangue.” Não são símbolos, mas realidade sacramental.
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