Sigmund Freud • Cinco lições de psicanálise [Quinta lição]
Автор: Alfredo Oliva
Загружено: 2022-10-31
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1. Quem é Sigmund Freud?
Médico neurologista que é considerado o pai da psicanálise
Viveu entre 1856 e 1939
Austríaco judeu que precisou se refugiar na Inglaterra no fim da vida por causa do nazismo
2. Cinco lições de psicanálise
Volume 9 da Coleção “Obras completas de Sigmund Freud”, da Editora Companhia das Letras
3. Quinta lição
(1) “[...] Com a revelação da sexualidade infantil e a ligação dos sintomas neuróticos aos componentes instintuais eróticos, chegamos a algumas inesperadas formulações sobre a natureza e as tendências das enfermidades neuróticas.” (Posição 3541).
(2) “Vemos que as pessoas adoecem quando, devido a obstáculos externos ou falta de adaptação interna, não acham satisfação para suas necessidades eróticas na realidade. Vemos que então se refugiam na doença, a fim de, com o auxílio desta, encontrar uma satisfação substitutiva para o que lhes é negado.” (Posição 3543).
(3) “Não apenas o Eu do paciente se recusa a abandonar as repressões mediante as quais se destacou de suas disposições originais, como também os instintos sexuais não querem renunciar à sua satisfação substitutiva, enquanto for incerto que a realidade lhes venha a oferecer algo melhor.” (Posição 3547).
(4) “Quando isso não é alcançado, devido às resistências do mundo externo e à fraqueza da pessoa, ocorre o afastamento da realidade, o indivíduo se retira para um mundo de fantasias mais satisfatório, cujo conteúdo transforma em sintomas, no caso de enfermidade.” (Posição 3560).
(5) “Quando a pessoa desavinda com a realidade possui o dom artístico — que para nós é ainda um enigma psicológico —, pode converter suas fantasias em obras de arte, em vez de sintomas, assim escapando ao destino da neurose e reconquistando, por essa via indireta, o vínculo com a realidade.” (Posição 3564).
(6) “Que destino têm os desejos inconscientes liberados pela psicanálise, por quais meios conseguimos torná-los inócuos para a vida do indivíduo? Esses meios são vários.
[1] O que sucede mais frequentemente é que tais desejos são anulados, já durante o trabalho, pela atividade psíquica correta dos impulsos melhores que lhes são contrários. A repressão é substituída por uma condenação realizada com os melhores recursos.” (Posição 3612).
[2] “Um segundo desfecho do trabalho psicanalítico é aquele em que os instintos inconscientes revelados podem ser conduzidos àquela adequada aplicação que já deveriam ter encontrado mais cedo, se o seu desenvolvimento não tivesse sido perturbado.” (Posição 3618).
“Conhecemos um processo de desenvolvimento muito mais adequado, chamado sublimação, em que a energia dos impulsos infantis não é bloqueada, mas continua aproveitável, dando-se aos impulsos uma meta mais elevada, eventualmente não mais sexual, no lugar daquela inutilizável.” (Posição 3622).
[3] “Não podemos deixar de considerar o terceiro desfecho possível do trabalho psicanalítico. Certa parte dos impulsos libidinais reprimidos tem direito a uma satisfação direta e deve alcançá-la em vida.” (Posição 3627).
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